-
-
- 187 ocorrências n'Os Lusíadas
- rimas n'Os Lusíadas: castigar; tomar *
- Que são vistos de vós no mar irado, - Os Lusíadas I-18-7
- Governa o Céu, a Terra e o Mar irado. - Os Lusíadas I-21-4
- O duvidoso mar num lenho leve, - Os Lusíadas I-27-2
- Do mar que vê do Sol a roxa entrada. - Os Lusíadas I-28-4
- Pelo mar alto, a qual sujeitaria - Os Lusíadas I-31-3
- Cortava o mar a gente belicosa - Os Lusíadas I-42-3
- Quando o mar, descobrindo, lhe mostrava - Os Lusíadas I-43-7
- Cortando o longo mar com larga vela. - Os Lusíadas I-45-4
- Da âncora o mar ferido em cima salta. - Os Lusíadas I-48-8
- Ou que partes do mar corrido tinham? - Os Lusíadas I-50-4
- «Do mar temos corrido e navegado - Os Lusíadas I-51-1
- Que não no largo mar, com leda fronte, - Os Lusíadas I-51-7
- Por ele o mar remoto navegamos, - Os Lusíadas I-52-3
- Que quási todo o mar têm destruído - Os Lusíadas I-79-3
- Passa e corta do mar o estreito braço - Os Lusíadas I-91-7
- Um corta o mar a nado, diligente; - Os Lusíadas I-92-2
- Quem bebe o mar e o deita juntamente. - Os Lusíadas I-92-4
- Que na fronte do mar aparecia, - Os Lusíadas I-103-4
- No mar tanta tormenta e tanto dano, - Os Lusíadas I-106-1
- E diz que, porque o Sol no mar se esconde, - Os Lusíadas II-5-3
- Das naus se despedia e o mar cortava: - Os Lusíadas II-8-6
- Voa do Céu ao mar como ũa seta. - Os Lusíadas II-18-8
- Que, porque no salgado mar nasceu, - Os Lusíadas II-19-3
- Com mais furor o mar do que costuma; - Os Lusíadas II-20-4
- Outros em cima o mar alevantavam - Os Lusíadas II-26-3
- Que antes querem ao mar aventurar-se - Os Lusíadas II-26-7
- De Cila e de Caríbdis o mar bravo, - Os Lusíadas II-45-6
- Que trema e ferva o mar, em calma estando! - Os Lusíadas II-47-6
- «E vereis o Mar Roxo, tão famoso, - Os Lusíadas II-49-1
- «Como vereis o mar fervendo aceso - Os Lusíadas II-54-1
- Do Gangético mar ao Gaditano, - Os Lusíadas II-55-4
- Que tanto mar e terras têm passadas. - Os Lusíadas II-76-4
- Enquanto os rios pera o mar correrem.» - Os Lusíadas II-84-8
- E, se vier do mar desbaratada - Os Lusíadas II-88-5
- O mar se via em fogos acendido - Os Lusíadas II-91-6
- A ver a frota que no mar estava. - Os Lusíadas II-92-8
- A receber no mar o Melindano, - Os Lusíadas II-97-3
- Dos Mouros os batéis o mar coalhavam, - Os Lusíadas II-100-3
- Nos recebes em paz, do mar profundo; - Os Lusíadas II-105-2
- Longos em que te traz o Mar irado, - Os Lusíadas II-110-2
- O vento dorme, o mar e as ondas jazem. - Os Lusíadas II-110-8
- E, pela Austral, o Mar Mediterrano. - Os Lusíadas III-6-8
- As divide, e o mar que, fero e horrendo, - Os Lusíadas III-7-5
- Gelado o mar, geladas sempre as fontes. - Os Lusíadas III-8-8
- «Entre este Mar e o Tánais vive estranha - Os Lusíadas III-11-1
- Da terra um braço vem ao mar, que, cheio - Os Lusíadas III-14-5
- Que quer fechar o Mar Mediterrano - Os Lusíadas III-18-2
- Onde a terra se acaba e o mar começa - Os Lusíadas III-20-3
- Tu, a quem obedece o Mar profundo, - Os Lusíadas III-57-5
- «E posto, enfim, que desd’ o mar de Atlante - Os Lusíadas III-73-1
- Despois que o salso mar a terra banha; - Os Lusíadas III-103-6
- Ameaçando a terra, o mar e o mundo: - Os Lusíadas IV-14-8
- Correu ao mar o Tejo duvidoso; - Os Lusíadas IV-28-6
- «Polo mar alto Sículo navegam; - Os Lusíadas IV-62-1
- Tomou mais a conquista do mar largo. - Os Lusíadas IV-66-8
- Tentar o mar Euxínio, aventureira. - Os Lusíadas IV-83-8
- Que nas praias do mar está assentado, - Os Lusíadas IV-87-2
- Porque is aventurar ao mar iroso - Os Lusíadas IV-91-3
- Que nós no mar ouvimos claramente, - Os Lusíadas IV-94-6
- Um, nome ao mar, e o outro, fama ao rio. - Os Lusíadas IV-104-4
- E, como é já no mar costume usado, - Os Lusíadas V-1-5
- Quando no mar a armada se estendia. - Os Lusíadas V-2-8
- Não vimos mais, enfim, que mar e céu. - Os Lusíadas V-3-8
- O mar nas praias notas, que ali temos, - Os Lusíadas V-12-6
- Por este largo mar, enfim, me alongo - Os Lusíadas V-13-5
- Que outra terra comece ou mar acabe. - Os Lusíadas V-14-8
- Que sempre faz no mar o irado Eolo, - Os Lusíadas V-15-6
- Cousas do mar, que os homens não entendem, - Os Lusíadas V-16-2
- Ver as nuvens, do mar com largo cano, - Os Lusíadas V-18-7
- O pé que tem no mar a si recolhe - Os Lusíadas V-22-2
- Mostrara, enquanto o mar cortava a armada, - Os Lusíadas V-24-4
- Aparece e, segundo ao mar caminha, - Os Lusíadas V-31-7
- Bramindo, o negro mar de longe brada, - Os Lusíadas V-38-3
- Este clima e este mar nos apresenta, - Os Lusíadas V-38-7
- Que pareceu sair do mar profundo. - Os Lusíadas V-40-6
- Por todo o largo mar e pola terra - Os Lusíadas V-42-7
- Fui capitão do mar, por onde andava - Os Lusíadas V-51-7
- Bramido muito longe o mar soou. - Os Lusíadas V-60-4
- No largo mar fazendo novas vias, - Os Lusíadas V-66-3
- Co mar um tempo andámos em porfias, - Os Lusíadas V-66-5
- Do mar, que contra nós ali corria, - Os Lusíadas V-67-3
- Em que co mar (parece) tanto estava, - Os Lusíadas V-67-6
- Pera onde o mar na costa brada e geme, - Os Lusíadas V-74-3
- Num rio, que ali sai ao mar aberto, - Os Lusíadas V-75-3
- As nossas, o seu mar se corta e fende; - Os Lusíadas V-77-4
- Longos do mar vêm sórdidas e imundas. - Os Lusíadas V-79-4
- Quaisquer ondas do mar, quaisquer outeiros - Os Lusíadas V-83-6
- E pela costa abaixo o mar abrimos, - Os Lusíadas V-84-3
- Ousou algum a ver do mar profundo, - Os Lusíadas V-86-5
- E el-Rei se vai do mar aos nobres paços. - Os Lusíadas V-91-8
- Donde Hércules ao mar abriu o caminho. - Os Lusíadas VI-1-8
- Daquele a quem o mar caiu em sorte. - Os Lusíadas VI-7-8
- Cavernas altas, onde o mar se esconde, - Os Lusíadas VI-8-2
|
|
- Quando às iras do vento o mar responde, - Os Lusíadas VI-8-4
- Nereidas e outros Deuses do mar, onde - Os Lusíadas VI-8-6
- Manda chamar os Deuses do mar, antes - Os Lusíadas VI-15-5
- Que o mar habitam dua e doutra banda. - Os Lusíadas VI-16-4
- Do mar todos cobertos, cento e cento: - Os Lusíadas VI-18-4
- Por todo o mar, que longe retumbava. - Os Lusíadas VI-19-4
- Que todo o mar de Ninfas povoara. - Os Lusíadas VI-20-4
- O que o padre Lieu no mar queria. - Os Lusíadas VI-20-8
- Que se amansava o mar, de maravilha. - Os Lusíadas VI-21-4
- Mar sempre cria; e às vezes pela areia - Os Lusíadas VI-23-7
- Que no mar nace e Arábia em cheiro passa. - Os Lusíadas VI-25-8
- Dum Pólo ao outro Pólo, o mar irado, - Os Lusíadas VI-27-2
- «E vós, Deuses do Mar, que não sofreis - Os Lusíadas VI-28-1
- De tentarem o mar com vela e remo; - Os Lusíadas VI-29-4
- Que do Mar e do Céu, em poucos anos, - Os Lusíadas VI-29-7
- Vedes, o vosso mar cortando vão, - Os Lusíadas VI-30-5
- Que não haja no mar mais navegantes! - Os Lusíadas VI-35-8
- Pelo tranquilo mar, a longa rota. - Os Lusíadas VI-38-4
- Que o trabalho do mar, que tanto custa, - Os Lusíadas VI-41-3
- Cortam do Mar do Norte as ondas frias; - Os Lusíadas VI-57-4
- Alija tudo ao mar, não falte acordo! - Os Lusíadas VI-72-6
- Vendo ora o mar até o Inferno aberto, - Os Lusíadas VI-80-3
- Que os céus, o mar e terra senhoreias: - Os Lusíadas VI-81-2
- A terra e o largo mar, com leda fronte. - Os Lusíadas VI-85-4
- Tanto que o mar e a cara armada vira, - Os Lusíadas VI-85-7
- Isto dizendo, dece ao mar aberto, - Os Lusíadas VI-86-5
- Da morte, que no mar lhe aparelhava - Os Lusíadas VI-94-6
- Que pela parte Austral o mar abrange - Os Lusíadas VII-17-3
- No mar Índico, e cercam todo o peso - Os Lusíadas VII-18-7
- Do mar, com Ceilão ínsula confronta; - Os Lusíadas VII-19-4
- Aqui se enxerga, lá do mar undoso, - Os Lusíadas VII-21-5
- Do mar a natural ferocidade. - Os Lusíadas VII-22-4
- – «Abrindo (lhe responde) o mar profundo - Os Lusíadas VII-25-5
- Do mar o Lusitano lhe contava. - Os Lusíadas VII-26-4
- Dos imigos, do mar, do vento irado. - Os Lusíadas VII-31-4
- Agora o mar, despois o fresco rio. - Os Lusíadas VII-43-8
- Que sobre o mar, que sobre as terras anda, - Os Lusíadas VII-61-3
- Onde o meu ninho e o Sol no mar se banha. - Os Lusíadas VII-68-8
- A Naira geração, que o mar coalhava; - Os Lusíadas VII-73-6
- Por alto mar, com vento tão contrário - Os Lusíadas VII-78-6
- Agora o mar, agora experimentando - Os Lusíadas VII-79-5
- Despois de ter tão longo mar arado, - Os Lusíadas VIII-4-6
- No mar também aos Mouros dando a morte, - Os Lusíadas VIII-16-6
- E no mar resplandece juntamente, - Os Lusíadas VIII-17-2
- Das terras e do mar a redondeza; - Os Lusíadas VIII-57-6
- Ou se piratas sois, ao mar usados, - Os Lusíadas VIII-63-5
- Viria exprimentando o mar irado, - Os Lusíadas VIII-67-6
- O mar, por ir deitar do ninho caro - Os Lusíadas VIII-71-3
- Donde a terra se acaba e o mar começa. - Os Lusíadas VIII-78-4
- De todo o Roxo Mar mais florecia, - Os Lusíadas IX-3-2
- Sentido foi que estão no mar retidos. - Os Lusíadas IX-10-4
- Do mar incerto, tímidos e ledos. - Os Lusíadas IX-16-8
- Na mente o largo mar que navegaram, - Os Lusíadas IX-19-2
- E das injúrias sós do mar undoso - Os Lusíadas IX-39-3
- No mesmo mar, que sempre temeroso - Os Lusíadas IX-39-5
- Ũa após outra: geme o mar cos tiros; - Os Lusíadas IX-47-2
- Do mar ingente pera a pátria amada, - Os Lusíadas IX-51-2
- Pera lá logo a proa o mar abriu, - Os Lusíadas IX-53-5
- Enchendo a terra e o mar de maravilha, - Os Lusíadas IX-85-5
- Da terra imensa e mar não navegado - Os Lusíadas IX-86-6
- Do Tejo, pelo mar que o Gama abrira, - Os Lusíadas X-10-2
- Sem saber o que em si ao mar traria, - Os Lusíadas X-12-3
- Mouros por mar, Gentios pola terra. - Os Lusíadas X-14-8
- Por terra e mar, o grão Pacheco ousado, - Os Lusíadas X-15-2
- O filho, que no mar será ilustrado, - Os Lusíadas X-26-3
- Que encherão todo o mar, co a férrea pela, - Os Lusíadas X-28-2
- O mar todo com fogo e ferro ferve, - Os Lusíadas X-29-6
- Do mar, que sobejaram, tudo o ofende. - Os Lusíadas X-30-4
- Sem corpos, pelo mar, de seus senhores. - Os Lusíadas X-36-4
- Lá no mar de Melinde, em sangue tinto - Os Lusíadas X-39-3
- Será seu nome em todo o mar que lava - Os Lusíadas X-39-6
- Que mortos pela praia e mar se estendem - Os Lusíadas X-41-3
- Mostrando-se no mar um fero raio, - Os Lusíadas X-59-3
- Com medo o Roxo Mar fará amarelo. - Os Lusíadas X-62-8
- O pirata Francês, ao mar usado. - Os Lusíadas X-63-4
- Despois, Capitão-mor do Índico mar, - Os Lusíadas X-63-5
- E tem co Mar a Terra por seu centro. - Os Lusíadas X-90-8
- Mas inda o mar instábil exprimentam, - Os Lusíadas X-91-4
- Vê cá a costa do mar, onde te deu - Os Lusíadas X-96-5
- Mar Roxo, que do fundo toma as cores; - Os Lusíadas X-97-4
- Do mar a enchente súbita, grandíssima, - Os Lusíadas X-106-3
- Onde do mar o seio faz entrada; - Os Lusíadas X-106-6
- Por este mar a gente Lusitana, - Os Lusíadas X-107-4
- Longe do mar naquele tempo estava, - Os Lusíadas X-109-5
- Acaso traz um dia o mar, vagando, - Os Lusíadas X-110-3
- Onde toda a província do mar grande - Os Lusíadas X-123-7
- Ondas o mar, entrando, dividiu - Os Lusíadas X-124-2
- Mas não deixes no mar as Ilhas onde - Os Lusíadas X-131-3
- Outras ilhas, no mar também sujeito - Os Lusíadas X-137-3
- Abrindo a porta ao vasto mar patente, - Os Lusíadas X-138-2
- Pera outro mar e terra que fica onde - Os Lusíadas X-141-7
- Que, pelo mar que já deixais sabido, - Os Lusíadas X-142-3
- E mar tranquilo, pera a pátria amada.» - Os Lusíadas X-143-2
- Assi foram cortando o mar sereno, - Os Lusíadas X-144-1
|