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- De soberbo e de altivo coração, - Os Lusíadas I-44-3
- Que o coração pres[s]ago nunca mente. - Os Lusíadas I-84-8
- O coração dos Mouros se quebranta, - Os Lusíadas I-89-5
- Pouco val coração, astúcia e siso, - Os Lusíadas II-59-7
- A qualquer coração amedrontado. - Os Lusíadas III-108-6
- O coração a quem soube vencê-la), - Os Lusíadas III-127-4
- Ou foi que o coração, sujeito e dado - Os Lusíadas III-139-5
- Que o coração converte, que tem preso, - Os Lusíadas III-142-7
- Que ao coração acode o sangue amigo! - Os Lusíadas IV-29-2
- Coração vos fizestes inimigos: - Os Lusíadas IV-33-4
- Com presença e palavras, coração. - Os Lusíadas IV-36-4
- Sem lhe desocupar o coração; - Os Lusíadas IV-68-6
- Pera que, com sublime coração, - Os Lusíadas IV-76-6
- Pres[s]ago, o coração me prometia, - Os Lusíadas IV-77-4
- O coração, que as mágoas lá deixavam; - Os Lusíadas V-3-6
- Quando, indo o coração que espera e teme - Os Lusíadas V-74-5
- Louva o Rei o sublime coração - Os Lusíadas V-90-5
- Com soberbo e altivo coração - Os Lusíadas VI-30-3
- O coração dos Deuses foi num ponto, - Os Lusíadas VI-35-2
- O coração no peito que estremece - Os Lusíadas VI-64-3
- Que o coração no peito lhe não cabe; - Os Lusíadas VI-90-6
- O coração sublime, o régio peito, - Os Lusíadas VIII-69-3
- Que o coração para ele é vaso estreito. - Os Lusíadas IX-17-8
- No coração dos Deuses que indinados - Os Lusíadas IX-46-2
- Levas-me um coração que livre tinha? - Os Lusíadas IX-80-3
- Coração movem súbita alegria, - Os Lusíadas X-1-7
- Esforço, força, ardil e coração. - Os Lusíadas X-20-8
- E do grão coração que lhe ficara. - Os Lusíadas X-31-4
- Fogo no coração, água nos olhos. - Os Lusíadas X-33-4
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