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- Foi de mi vosso rio alegremente, - Os Lusíadas I-4-4
- Que inda bebe o licor do santo Rio: - Os Lusíadas I-8-8
- Dentro no salso rio entrar queria. - Os Lusíadas II-14-8
- Que no rio os navios ancoravam, - Os Lusíadas II-17-2
- Com Ásia se avizinha; mas o rio - Os Lusíadas III-7-2
- Lava, e o Danúbio, Amásis e Álbis rio. - Os Lusíadas III-11-8
- O rio que Sevilha vai regando, - Os Lusíadas III-75-7
- «Não disse mais o Rio ilustre e santo, - Os Lusíadas IV-75-1
- Um, nome ao mar, e o outro, fama ao rio. - Os Lusíadas IV-104-4
- O grande rio, onde batendo soa - Os Lusíadas V-12-5
- Rio pelo antigos nunca visto. - Os Lusíadas V-13-4
- Num largo rio, ao qual o nome demos - Os Lusíadas V-68-7
- E do rio fresca água; mas contudo - Os Lusíadas V-69-2
- «Deixando o porto, enfim, do doce rio - Os Lusíadas V-73-1
- Num rio, que ali sai ao mar aberto, - Os Lusíadas V-75-3
- Pelos sinais que neste rio achámos - Os Lusíadas V-78-3
- Entre um e o outro rio, em grande espaço - Os Lusíadas VII-19-1
- Entrando o mensageiro pelo rio - Os Lusíadas VII-23-5
- Agora o mar, despois o fresco rio. - Os Lusíadas VII-43-8
- Nas ribeiras do rio que manava), - Os Lusíadas VII-52-6
- Mais avante, bebendo, seca o rio - Os Lusíadas VII-53-1
- Os desgostos me vão levando ao rio - Os Lusíadas X-9-5
- Nos braços do salgado e curvo rio - Os Lusíadas X-13-4
- O Rapto rio nota, que o romance - Os Lusíadas X-96-7
- «As províncias que entre um e o outro rio - Os Lusíadas X-108-1
- No fundo da enseada, o ilustre rio - Os Lusíadas X-120-7
- Olha o rio Menão, que se derrama - Os Lusíadas X-125-7
- «Vês, passa por Camboja Mecom rio, - Os Lusíadas X-127-1
- Um rio diz que tem miraculoso, - Os Lusíadas X-134-6
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