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- Vós, poderoso Rei, cujo alto Império - Os Lusíadas I-8-1
- Se ser do mundo Rei, se de tal gente. - Os Lusíadas I-10-8
- Que fez ao Rei e ao Reino tal serviço, - Os Lusíadas I-12-2
- Pois se a troco de Carlos, Rei de França, - Os Lusíadas I-13-1
- Sublime Rei, que não me atrevo a tanto –, - Os Lusíadas I-15-2
- «Que costumes, que Lei, que Rei teriam?» - Os Lusíadas I-45-8
- Dum Rei potente somos, tão amado, - Os Lusíadas I-51-5
- Regida por um Rei de antiga idade: - Os Lusíadas I-103-7
- Do Rei, que já sabia a gente que era; - Os Lusíadas I-104-6
- O Rei que manda esta Ilha, alvoraçado - Os Lusíadas II-2-5
- As palavras do Rei agradecendo, - Os Lusíadas II-5-2
- E por estes ao Rei presentes manda, - Os Lusíadas II-8-1
- E despois que ao Rei apresentaram - Os Lusíadas II-9-1
- Do Rei pera que entrassem, e consigo - Os Lusíadas II-14-2
- A quem se o Rei mostrou sincero amigo; - Os Lusíadas II-14-4
- E que no Rei e gentes não sentiram - Os Lusíadas II-15-5
- Vereis ao Rei potente sojugados, - Os Lusíadas II-46-6
- Da cilada que o Rei malvado tece, - Os Lusíadas II-61-3
- E outro Rei mais amigo, noutra parte, - Os Lusíadas II-61-7
- Um Rei, com muitas obras de amizade, - Os Lusíadas II-63-6
- Louvam do Rei os Mouros a bondade, - Os Lusíadas II-71-1
- Por quem sua vinda ao Rei manifestaram. - Os Lusíadas II-74-8
- O Rei, que já sabia da nobreza - Os Lusíadas II-75-1
- As que o Rei manda aos nobres cavaleiros - Os Lusíadas II-76-3
- E logo manda ao Rei outro presente, - Os Lusíadas II-77-3
- Que co Rei nobre as pazes concertasse - Os Lusíadas II-78-2
- Como na terra ao Rei se apresentasse, - Os Lusíadas II-78-6
- – «Sublime Rei, a quem do Olimpo puro - Os Lusíadas II-79-1
- De um Rei que temos, alto e sublimado. - Os Lusíadas II-80-8
- Achar-se mais verdade, o Rei benino, - Os Lusíadas II-82-2
- «E não cuides, o Rei, que não saísse - Os Lusíadas II-83-1
- De seu Rei, que lhe manda que não saia, - Os Lusíadas II-83-7
- Não quererás, pois tens de Rei o ofício, - Os Lusíadas II-84-3
- Que ninguém a seu Rei desobedeça; - Os Lusíadas II-84-4
- E o Rei ilustre, o peito obediente - Os Lusíadas II-85-5
- O do Rei que é tão longe obedecido; - Os Lusíadas II-85-8
- Quando o Rei Melindano se embarcava, - Os Lusíadas II-92-7
- Traz o Rei de Melinde, acompanhado - Os Lusíadas II-94-3
- Que não ofenda e queime o Rei subido. - Os Lusíadas II-96-4
- O Rei, que nos seus braços o levava; - Os Lusíadas II-101-2
- (Por ser Rei) requeria, lhe falava. - Os Lusíadas II-101-4
- E o mais que pela fama o Rei sabia; - Os Lusíadas II-103-7
- Rei benigno, da gente Lusitana, - Os Lusíadas II-104-2
- O que contou ao Rei o ilustre Gama; - Os Lusíadas III-1-2
- – «Mandas-me, ó Rei, que conte declarando - Os Lusíadas III-3-5
- «Um Rei, por nome Afonso, foi na Espanha, - Os Lusíadas III-23-1
- Voando deste Rei a fama estranha - Os Lusíadas III-23-5
- Filho de um Rei de Hungria exprimentado) - Os Lusíadas III-25-2
- Quis o Rei Castelhano que casado - Os Lusíadas III-25-6
- Em que o Rei Castelhano já aguardava - Os Lusíadas III-37-2
- – «Se pretendes, Rei alto, de vingar-te - Os Lusíadas III-38-5
- Mas o Rei vendo a estranha lealdade, - Os Lusíadas III-40-7
- Por seu Rei natural este excelente - Os Lusíadas III-46-3
- Por Afonso, alto Rei de Portugal!» - Os Lusíadas III-46-8
- «Tal do Rei novo o estâmago acendido - Os Lusíadas III-48-1
- Três dias o grão Rei no campo fica. - Os Lusíadas III-53-4
- Era esta grão vitória, o Rei subido - Os Lusíadas III-55-2
- «O Rei de Badajoz era, alto Mouro, - Os Lusíadas III-66-1
- Foge o Rei Mouro e só da vida cura; - Os Lusíadas III-67-4
- O grão Rei incansábil, ajuntando - Os Lusíadas III-68-2
- Se até qui sempre o forte Rei resguarda - Os Lusíadas III-69-5
- «Tornado o Rei sublime, finalmente, - Os Lusíadas III-74-1
- Do Ismaelita Rei de Andaluzia, - Os Lusíadas III-85-6
- «Despois que foi por Rei alevantado, - Os Lusíadas III-86-1
- Que foi segundo Afonso e Rei terceiro. - Os Lusíadas III-90-4
- Nem como o mole Rei Sardanapalo. - Os Lusíadas III-92-8
- A Rei não obedece nem consente - Os Lusíadas III-93-7
- Por Rei, quando da vida se apartou - Os Lusíadas III-94-3
- «E, vendo o Rei sublime Castelhano - Os Lusíadas III-101-1
- O grão Rei de Marrocos conduziu - Os Lusíadas III-103-3
- «Portanto, ó Rei, de quem com puro medo - Os Lusíadas III-105-1
- Do Rei Saul, com causa tão temido, - Os Lusíadas III-111-2
- De Marrocos o Rei comete e ofende; - Os Lusíadas III-112-6
- Ante o Rei, já movido a piedade; - Os Lusíadas III-124-2
- «Queria perdoar-lhe o Rei benino, - Os Lusíadas III-130-1
- Que um fraco Rei faz fraca a forte gente. - Os Lusíadas III-138-8
- Despois que o Rei Fernando faleceu. - Os Lusíadas IV-1-8
- Por Rei, como de Pedro único herdeiro - Os Lusíadas IV-2-7
- Disse) polo Rei novo, Dom João!» - Os Lusíadas IV-3-8
- Negam o Rei e a Pátria e, se convém, - Os Lusíadas IV-13-7
- Torne-vos vossas forças o Rei novo, - Os Lusíadas IV-17-7
- Se é certo que co Rei se muda o povo. - Os Lusíadas IV-17-8
- «Rei tendes tal que, se o valor tiverdes - Os Lusíadas IV-18-1
- Igual ao Rei que agora alevantastes, - Os Lusíadas IV-18-2
- Em virtude do Rei, da pátria mesta, - Os Lusíadas IV-19-5
- Mas quantos a meu Rei forem contrários!» - Os Lusíadas IV-19-8
- – «Viva o famoso Rei que nos liberta!» - Os Lusíadas IV-21-8
- Com Joane, Rei forte em toda parte, - Os Lusíadas IV-25-7
- Quem contra o Rei e a Pátria se alevanta. - Os Lusíadas IV-32-4
- «Vedes-me aqui, Rei vosso e companheiro, - Os Lusíadas IV-38-1
- Já de Castela o Rei desbaratado - Os Lusíadas IV-42-7
- Este é o primeiro Rei que se desterra - Os Lusíadas IV-48-5
- «Não foi do Rei Duarte tão ditoso - Os Lusíadas IV-51-1
- Pois inda neste Reino e neste Rei - Os Lusíadas IV-51-7
- Poder ninguém vencer o Rei terríbil. - Os Lusíadas IV-54-8
- Que tudo ao Rei Fernando obedeceu. - Os Lusíadas IV-57-8
- Foi Joane segundo e Rei trezeno. - Os Lusíadas IV-60-4
- Destarte pera o Rei de longe brada: - Os Lusíadas IV-73-2
- Estoutro é o Indo, Rei que, nesta serra - Os Lusíadas IV-74-3
- «Chama o Rei os senhores a conselho - Os Lusíadas IV-76-1
- Me põe o ínclito Rei nas mãos a chave - Os Lusíadas IV-77-7
- «Não sofri mais, mas logo: – «Ó Rei subido, - Os Lusíadas IV-79-5
- Por vós, ó Rei, o esprito e carne é pronta.» - Os Lusíadas IV-80-8
- Certifico-te, ó Rei, que, se contemplo - Os Lusíadas IV-87-5
- Foram buscar um Rei, de pouco nado, - Os Lusíadas V-68-3
- No qual Rei outros três há juntamente; - Os Lusíadas V-68-4
- Ora vê, Rei, quamanha terra andámos, - Os Lusíadas V-69-5
- Porventura, a seu Rei e a seu regente? - Os Lusíadas V-71-8
- «Julgas agora, Rei, se houve no mundo - Os Lusíadas V-86-1
- Louva o Rei o sublime coração - Os Lusíadas V-90-5
- O Rei Pagão os fortes navegantes, - Os Lusíadas VI-1-2
- Do Rei Cristão, das gentes tão possantes. - Os Lusíadas VI-1-4
- Este famoso Rei, todos os dias - Os Lusíadas VI-2-5
- Por tão bom Rei, por tão sublime gente. - Os Lusíadas VI-4-8
- Entre no reino d' água o Rei do vinho. - Os Lusíadas VI-14-8
- Do Rei e de Salácia veneranda, - Os Lusíadas VI-16-6
- Do Rei lhe aconselhou que obedecesse. - Os Lusíadas VI-22-4
- Do forte Rei, que por mulher a toma. - Os Lusíadas VI-47-8
- E todas a seu Rei, e o Duque a todos. - Os Lusíadas VI-50-8
- Quisera o Rei sublime ser primeiro, - Os Lusíadas VI-51-3
- «Já do seu Rei tomado têm licença, - Os Lusíadas VI-53-1
- Que pelo Rei já tinham segurado; - Os Lusíadas VI-58-3
- Se assenta o Rei Inglês com toda a corte; - Os Lusíadas VI-60-2
- Ao Rei e às damas fala e logo se ia - Os Lusíadas VI-62-5
- Rei da velha e santíssima Cidade, - Os Lusíadas VII-5-2
- Guarda-lhe, por entanto, um falso Rei - Os Lusíadas VII-6-1
- E dar novo costume e novo Rei. - Os Lusíadas VII-15-8
- O Rei que a terra toda possuía. - Os Lusíadas VII-16-8
- (Dizem que foi de Poro, Rei potente); - Os Lusíadas VII-21-2
- A fazer sabedor o Rei gentio - Os Lusíadas VII-23-3
- Só pera o Rei da terra relevava, - Os Lusíadas VII-26-6
- Rei que este Reino teve unido e inteiro. - Os Lusíadas VII-32-8
- Banda o seu Rei, trazendo sempre usada - Os Lusíadas VII-39-7
- O Rei saber mandava da verdade. - Os Lusíadas VII-42-4
- Os principais que o Rei buscar mandara - Os Lusíadas VII-42-7
- Mas ele, que do Rei já tem licença - Os Lusíadas VII-43-1
- Caminham lá pera onde o Rei o espera; - Os Lusíadas VII-45-2
- Pera onde estava o Rei do povo vão. - Os Lusíadas VII-49-3
- Na opinião do Rei e do povo todo, - Os Lusíadas VII-59-7
- – «Um grande Rei, de lá das partes onde - Os Lusíadas VII-60-1
- A quem o Rei gentio respondia - Os Lusíadas VII-64-2
- O Rei e a gente e terra que dissera; - Os Lusíadas VII-64-8
- Com que a seu Rei reposta alegre leve. - Os Lusíadas VII-65-4
- De seu Rei, tinha já por regimento - Os Lusíadas VII-66-6
- Nisso serviço ao Rei, por que soubesse - Os Lusíadas VII-68-3
- Que pera o Rei Judaico acrecentar-se. - Os Lusíadas VII-80-8
- A quem ao bem comum e do seu Rei - Os Lusíadas VII-84-2
- Por contentar o Rei, no ofício novo, - Os Lusíadas VII-85-7
- Guardar-se a lei do Rei severamente, - Os Lusíadas VII-86-2
- Por seu Deus, por seu Rei, a amada vida, - Os Lusíadas VII-87-2
- «Se César, se Alexandre Rei, tiveram - Os Lusíadas VIII-12-1
- Dá sobre o Rei que cerca a vila forte? - Os Lusíadas VIII-16-2
- Já o Rei tem preso e a vila descercada; - Os Lusíadas VIII-16-3
- Que ajuda a combater o Rei primeiro - Os Lusíadas VIII-18-3
- De Afonso nono, Rei, pelo ódio antigo - Os Lusíadas VIII-22-2
- De Rei seu natural, e não de alheio? - Os Lusíadas VIII-28-8
- Mas do seu Rei defende a cara vida, - Os Lusíadas VIII-38-7
- Mandados do Rei próprio, estudiosos, - Os Lusíadas VIII-45-5
- Dizer ao Rei (segundo o que entendia) - Os Lusíadas VIII-46-6
- Sem Rei, sem leis humanas ou divinas. - Os Lusíadas VIII-53-8
- Oh, quanto deve o Rei que bem governa - Os Lusíadas VIII-54-1
- Que levar a seu Rei um sinal certo - Os Lusíadas VIII-56-7
- Falar ao Rei gentio determina, - Os Lusíadas VIII-58-1
- O Rei, que da notícia falsa e indina - Os Lusíadas VIII-58-5
- Que lhe comete o Rei dos Lusitanos. - Os Lusíadas VIII-59-8
- Que de teu Rei me deste, que é fingida; - Os Lusíadas VIII-61-2
- Porque nem tu tens Rei, nem pátria amada, - Os Lusíadas VIII-61-3
- Rei ou senhor de insânia desmedida, - Os Lusíadas VIII-61-6
- O teu Rei tem a Régia majestade, - Os Lusíadas VIII-62-2
- Aquilo que tão mal o Rei cuidava, - Os Lusíadas VIII-64-4
- Ó poderoso Rei, da torpe seita, - Os Lusíadas VIII-65-7
- Que Rei da última Hespéria a ti me mande, - Os Lusíadas VIII-69-2
- Do venturoso Rei que arou primeiro - Os Lusíadas VIII-71-2
- Sinal que ao nosso Rei de ti levemos. - Os Lusíadas VIII-73-8
- «Esta e a verdade, Rei; que não faria - Os Lusíadas VIII-74-1
- «Assi que, ó Rei, se minha grão verdade - Os Lusíadas VIII-75-1
- A tento estava o Rei na segurança - Os Lusíadas VIII-76-1
- Onde, sem que seu Rei tenha notícia, - Os Lusíadas VIII-79-7
- A terra Eoa o Rei dos Lusitanos. - Os Lusíadas VIII-84-4
- A frota de seu Rei, que tem segura. - Os Lusíadas VIII-90-8
- De se tornar ao Rei; mas impedido - Os Lusíadas VIII-91-3
- Temendo de seu Rei castigo ou pena - Os Lusíadas VIII-91-6
- A Polidoro mata o Rei Treício, - Os Lusíadas VIII-97-1
- Milhor do Rei, que os Maumetanos ama, - Os Lusíadas IX-8-4
- Quando, com maior grita, ao Rei relatam - Os Lusíadas IX-11-3
- Desculpas manda o Rei de seus enganos; - Os Lusíadas IX-12-5
- Que em vão co Rei gentio trabalhava - Os Lusíadas IX-13-2
- Leis em favor do Rei se estabelecem, - Os Lusíadas IX-28-7
- E fareis claro o Rei que tanto amais, - Os Lusíadas IX-95-1
- Rei de Cochim, com poucos naturais, - Os Lusíadas X-13-3
- Os que ao Rei e à Lei servem de muro! - Os Lusíadas X-23-6
- Um tal vassalo, ó Rei, só nisto inico, - Os Lusíadas X-25-2
- Fazendo nela Rei leal e humano, - Os Lusíadas X-26-7
- «A este o Rei Cambaico soberbíssimo - Os Lusíadas X-64-1
- A tolher que não passe o Rei gentio - Os Lusíadas X-64-6
- Pondo o seu Rei, com muitos, em fugida; - Os Lusíadas X-65-2
- Rei de Cambaia e a vista lhe amedronta - Os Lusíadas X-72-3
- Deseja o Rei, que andava edificando, - Os Lusíadas X-110-5
- Quer, diante do Rei e dos senhores, - Os Lusíadas X-114-7
- Que o Rei se banha logo na água santa, - Os Lusíadas X-116-2
- Estes, o Rei que têm, não foi nacido - Os Lusíadas X-130-5
- Que, de seu Rei mostrando-se agravado, - Os Lusíadas X-138-7
- E à sua pátria e Rei temido e amado - Os Lusíadas X-144-6
- Por isso vós, ó Rei, que por divino - Os Lusíadas X-146-5
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