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- 25 ocorrências n'Os Lusíadas
- Cum tom de voz começa grave e horrendo: - Os Lusíadas I-23-8
- Do Mouro ali verão que a voz extrema - Os Lusíadas II-50-7
- Inspira imortal canto e voz divina - Os Lusíadas III-1-3
- Dizendo em alta voz: – «Real, real, - Os Lusíadas III-46-7
- A voz extrema ouvir da boca fria, - Os Lusíadas III-133-6
- Quando em Évora a voz de ũa minina, - Os Lusíadas IV-3-3
- No berço o corpo e a voz alevantou: - Os Lusíadas IV-3-6
- Com esta voz Castela alevantada, - Os Lusíadas IV-7-5
- A voz pesada um pouco alevantando, - Os Lusíadas IV-94-5
- Ainda que tivesse a voz de ferro. - Os Lusíadas V-16-8
- Cum tom de voz nos fala, horrendo e grosso, - Os Lusíadas V-40-5
- Me respondeu, com voz pesada e amara, - Os Lusíadas V-49-7
- A cuja voz, altíssona e divina, - Os Lusíadas V-87-6
- Como a voz que seus feitos celebrava. - Os Lusíadas V-93-8
- A voz grande, canora, foi ouvida - Os Lusíadas VI-19-3
- Lançando a grave voz do sábio peito, - Os Lusíadas VII-59-5
- Paulo responde, cuja voz discreta - Os Lusíadas VIII-1-7
- Cũa voz dũa angélica Sirena. - Os Lusíadas X-5-8
- Com doce voz está subindo ao Céu - Os Lusíadas X-7-1
- Cantando em baxa voz, envolta em choro, - Os Lusíadas X-22-3
- (Dizia a Ninfa, e a voz alevantava) - Os Lusíadas X-39-2
- (Nũa cônsona voz todas soavam), - Os Lusíadas X-74-6
- Que obedecerá logo à voz sagrada, - Os Lusíadas X-112-3
- Destemperada e a voz enrouquecida, - Os Lusíadas X-145-2
- Dele, com larga voz tratava e lia. - Os Lusíadas X-153-4
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