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- Cobertos, onde as proas vão cortando - Os Lusíadas I-19-6
- Onde o governo está da humana gente, - Os Lusíadas I-20-2
- E os que o Austro têm e as partes onde - Os Lusíadas I-21-7
- Onde o dia é comprido e onde breve, - Os Lusíadas I-27-6
- A ver os berços onde nasce o dia. - Os Lusíadas I-27-8
- Onde a gente belígera se estende. - Os Lusíadas I-34-4
- Lhe vá mostrar a terra onde se informe - Os Lusíadas I-40-7
- Da Índia, e onde a gente se reforme.» - Os Lusíadas I-40-8
- Onde, vestindo a forma e gesto humano, - Os Lusíadas I-77-3
- Vá cair onde nunca se alevante. - Os Lusíadas I-83-8
- Que o leve à terra onde esta gente estava. - Os Lusíadas I-98-8
- Onde pode acolher-se um fraco humano, - Os Lusíadas I-106-5
- Onde terá segura a curta vida, - Os Lusíadas I-106-6
- Porém que, como a luz mostrar por onde - Os Lusíadas II-5-5
- Por onde o Capitão seguramente - Os Lusíadas II-6-7
- Que onde reina a malícia, está o receio - Os Lusíadas II-9-7
- Onde com este engano Baco estava, - Os Lusíadas II-12-2
- Onde percam a vida doce e cara, - Os Lusíadas II-28-6
- Pera onde estava o Padre, se moveu. - Os Lusíadas II-33-8
- Dos olhos, onde faz seu filho o ninho, - Os Lusíadas II-34-5
- Onde o Minino as almas acendia. - Os Lusíadas II-36-6
- Pera onde sem receio a frota venha; - Os Lusíadas II-56-4
- A terra onde quieto repousasse. - Os Lusíadas II-56-8
- Onde podes seguro agasalhar-te! - Os Lusíadas II-61-8
- Onde os hóspedes tristes imolava, - Os Lusíadas II-62-6
- Melinde, onde acharão piloto certo. - Os Lusíadas II-70-8
- Pera onde o sonho e o Mouro lhe dizia. - Os Lusíadas II-71-8
- Onde o Reino Melinde já se via, - Os Lusíadas II-73-2
- Onde a matéria da obra é superada, - Os Lusíadas II-95-4
- Onde o Sol, reluzindo, a vista cega; - Os Lusíadas II-98-2
- Do Reino onde as Hespéridas viveram; - Os Lusíadas II-103-4
- Onde quer que eu viver, com fama e glória - Os Lusíadas II-105-7
- De toda a Hespéria última, onde mora; - Os Lusíadas II-108-6
- Do mundo onde morais, distintamente; - Os Lusíadas II-109-4
- Onde agora de Tróia triunfante - Os Lusíadas III-7-7
- «Lá onde mais debaxo está do Pólo, - Os Lusíadas III-8-1
- E aqueles onde sempre sopra Eolo, - Os Lusíadas III-8-3
- Onde, co Hemo, o Ródope sujeito - Os Lusíadas III-12-5
- Onde Antenor já muros levantou, - Os Lusíadas III-14-2
- Onde o sabido Estreito se ennobrece - Os Lusíadas III-18-3
- Onde a terra se acaba e o mar começa - Os Lusíadas III-20-3
- E onde Febo repousa no Oceano. - Os Lusíadas III-20-4
- Onde a mãe, que tão pouco o parecia, - Os Lusíadas III-31-3
- Onde rosto e narizes se cortava? - Os Lusíadas III-41-4
- Da guerra, onde se alcança a ilustre fama. - Os Lusíadas III-44-4
- Sintra, onde as Naiades, escondidas - Os Lusíadas III-56-5
- Onde Amor as enreda brandamente, - Os Lusíadas III-56-7
- Óbidos, Alanquer, por onde soa - Os Lusíadas III-61-6
- Onde ora as águas nítidas de argento - Os Lusíadas III-63-3
- À batalha, onde foi vencido e preso. - Os Lusíadas III-70-8
- Da cidade onde Cristo padeceu, - Os Lusíadas III-87-4
- No lugar onde aos Mouros sobejavam - Os Lusíadas III-87-7
- Que a cidade queimasse onde vivia; - Os Lusíadas III-92-6
- Onde outros, meios mortos, se afogavam, - Os Lusíadas III-113-7
- Onde em lágrimas viva eternamente. - Os Lusíadas III-128-8
- «Põe-me onde se use toda a feridade, - Os Lusíadas III-129-1
- Faz do povo o furor, por onde vinha; - Os Lusíadas IV-4-4
- Onde o trifauce Cão perpétua fome - Os Lusíadas IV-41-3
- Pera onde Alcides pôs a extrema meta. - Os Lusíadas IV-49-4
- Onde já foi Parténope enterrada: - Os Lusíadas IV-61-4
- Nápoles, onde os Fados se mostraram, - Os Lusíadas IV-61-5
- «Entram no Estreito Pérsico, onde dura - Os Lusíadas IV-64-1
- Que as fontes onde nascem têm por glória. - Os Lusíadas IV-64-4
- Onde não se atreveu passar Trajano. - Os Lusíadas IV-64-8
- Onde imaginações mais certas são, - Os Lusíadas IV-68-2
- Onde os campos de Dite a Estige lava; - Os Lusíadas IV-80-6
- (Onde o licor mistura e branca areia - Os Lusíadas IV-84-3
- Onde sejas de pexes mantimento?» - Os Lusíadas IV-90-8
- Onde seu gado os Azenegues pastam, - Os Lusíadas V-6-2
- Onde as aves no ventre o ferro gastam, - Os Lusíadas V-6-6
- Onde jazem os povos a quem nega - Os Lusíadas V-7-2
- Onde o Cabo Arsinário o nome perde, - Os Lusíadas V-7-7
- Terras por onde novas maravilhas - Os Lusíadas V-8-5
- A terra onde o refresco doce achámos. - Os Lusíadas V-9-8
- O grande rio, onde batendo soa - Os Lusíadas V-12-5
- Por onde o Zaire passa, claro e longo, - Os Lusíadas V-13-3
- Onde o meio do Mundo é limitado. - Os Lusíadas V-13-8
- Do Pólo fixo, onde inda se não sabe - Os Lusíadas V-14-7
- Por onde duas vezes passa Apolo, - Os Lusíadas V-15-2
- As partes tão remotas onde estamos, - Os Lusíadas V-25-5
- Parte, por onde a gente se espalhou, - Os Lusíadas V-26-2
- Fui capitão do mar, por onde andava - Os Lusíadas V-51-7
- A buscar outro mundo, onde não visse - Os Lusíadas V-57-7
- Onde segunda vez terra tomámos. - Os Lusíadas V-61-8
- Aquele ilhéu deixámos onde veio - Os Lusíadas V-65-5
- Pera onde o mar na costa brada e geme, - Os Lusíadas V-74-3
- Onde as praias e vales bem se viam, - Os Lusíadas V-75-2
- Pera onde a costa ao Sul se alarga e estende, - Os Lusíadas V-77-6
- E do Sul pera o Sol, terra onde havia - Os Lusíadas V-77-7
- Os Cícones e a terra onde se esqueçam - Os Lusíadas V-88-6
- Cavernas altas, onde o mar se esconde, - Os Lusíadas VI-8-2
- Nereidas e outros Deuses do mar, onde - Os Lusíadas VI-8-6
- Onde as forças magnânimas provara - Os Lusíadas VI-47-3
- Lá se deixou ficar, onde um serviço - Os Lusíadas VI-68-3
- Em todo trance onde tu, Marte, mandes, - Os Lusíadas VI-68-6
- Onde nenhum remédio lhe valia, - Os Lusíadas VI-80-6
- Por onde o Ganges murmurando soa, - Os Lusíadas VI-92-2
- Este, onde tiver força o regimento - Os Lusíadas VI-99-5
- Onde vem samear de Cristo a lei - Os Lusíadas VII-15-7
- De Calecu, onde eram moradores. - Os Lusíadas VII-16-4
- Do Malabar, milhor, onde vivia - Os Lusíadas VII-16-7
- Segundo as regiões por onde corre, - Os Lusíadas VII-18-4
- Lá onde fora Anteu obedecido. - Os Lusíadas VII-24-4
- Por onde nunca veio gente humana; - Os Lusíadas VII-25-6
- Por onde a Lei divina se acrecente.» - Os Lusíadas VII-25-8
- Sabei que estais na Índia, onde se estende - Os Lusíadas VII-31-5
- Onde o Profeta jaz que a Lei pubrica. - Os Lusíadas VII-34-4
- Pera onde em santa vida acabe e ande. - Os Lusíadas VII-36-4
- Caminham lá pera onde o Rei o espera; - Os Lusíadas VII-45-2
- Onde ũa rica fábrica se erguia - Os Lusíadas VII-46-6
- Pera onde estava o Rei do povo vão. - Os Lusíadas VII-49-4
- Onde aquele potente Emperador - Os Lusíadas VII-57-2
- – «Um grande Rei, de lá das partes onde - Os Lusíadas VII-60-1
- Onde o meu ninho e o Sol no mar se banha. - Os Lusíadas VII-68-8
- Onde Paulo os recebe a bordo dela. - Os Lusíadas VII-73-8
- Onde feitos diversos engrandeça: - Os Lusíadas VII-83-4
- Onde, perdendo-a, em fama a dilataram, - Os Lusíadas VII-87-3
- Onde muros perpétuos edifica, - Os Lusíadas VIII-4-7
- Onde a cilada esconde, com que alcança - Os Lusíadas VIII-21-3
- A Castela, onde o preço sós levaram - Os Lusíadas VIII-27-2
- Onde ambição acaso ande encoberta. - Os Lusíadas VIII-55-4
- Onde a Natura pôs teu Reino antigo; - Os Lusíadas VIII-68-4
- De saber que fim tinham e onde estavam - Os Lusíadas VIII-70-7
- Se parte o Capitão, pera onde peça - Os Lusíadas VIII-78-6
- Onde, sem que seu Rei tenha notícia, - Os Lusíadas VIII-79-7
- Por que não saiba nunca onde se estende - Os Lusíadas VIII-84-3
- Onde lhos tome o imigo, ou lhos detenha. - Os Lusíadas VIII-93-4
- Lá no seio Eritreu, onde fundada - Os Lusíadas IX-2-1
- Por onde vem a efeito o fim fadado, - Os Lusíadas IX-5-4
- Daqueles que vão presos, onde estava - Os Lusíadas IX-11-6
- Pera onde a Natureza tinha posta - Os Lusíadas IX-16-3
- Ela, por onde passa, o ar e o vento - Os Lusíadas IX-24-7
- Onde o filho frecheiro estava então, - Os Lusíadas IX-25-2
- Nas fráguas imortais onde forjavam - Os Lusíadas IX-31-1
- As águas onde os ferros temperavam, - Os Lusíadas IX-31-5
- Onde eu nasci, progénie forte e bela; - Os Lusíadas IX-42-2
- Onde as setas de ponta de ouro embebe. - Os Lusíadas IX-43-4
- Que com cem olhos vê, e, por onde voa, - Os Lusíadas IX-44-7
- Pera onde a forte armada se enxergava; - Os Lusíadas IX-52-4
- Pera onde as naus navegam a movia - Os Lusíadas IX-52-7
- Onde a costa fazia ũa enseada - Os Lusíadas IX-53-6
- Onde ũa mesa fazem, que se estende - Os Lusíadas IX-55-3
- Pera onde é posto o etéreo Paraíso. - Os Lusíadas IX-57-8
- Onde pela floresta se deixavam - Os Lusíadas IX-64-3
- Nos vasos, onde em vão trabalha a lima, - Os Lusíadas X-4-5
- Por onde o Oceano Índico suspira; - Os Lusíadas X-10-4
- O porá onde esforço nem prudência - Os Lusíadas X-29-3
- Em Chaúl, onde em sangue e resistência - Os Lusíadas X-29-5
- Onde súbito se acha vencedora. - Os Lusíadas X-31-8
- A abaxar a cerviz, onde se lhe ate - Os Lusíadas X-41-6
- Lá no grémio da Aurora, onde naceste - Os Lusíadas X-44-3
- Onde o violento fogo, com ruído, - Os Lusíadas X-70-2
- Se acharam, onde um campo se esmaltava - Os Lusíadas X-77-2
- Por onde vás e irás e o que desejas. - Os Lusíadas X-79-8
- Empíreo se nomeia, onde logrando - Os Lusíadas X-81-5
- Debaxo deste círculo onde as mundas - Os Lusíadas X-85-5
- Mares dividem, onde se apousentam - Os Lusíadas X-91-6
- Onde Gonçalo morte e vitupério - Os Lusíadas X-93-3
- Vê cá a costa do mar, onde te deu - Os Lusíadas X-96-5
- Onde começa a boca do afamado - Os Lusíadas X-97-3
- Onde chuva dos céus se não deriva. - Os Lusíadas X-99-8
- Onde do mar o seio faz entrada; - Os Lusíadas X-106-6
- Pera onde faça um sumptuoso templo - Os Lusíadas X-111-7
- Na pátria, onde profeta ninguém é, - Os Lusíadas X-119-6
- «Olha Tavai cidade, onde começa - Os Lusíadas X-123-1
- Onde toda a província do mar grande - Os Lusíadas X-123-7
- Verás, onde o caminho às naus se estreita; - Os Lusíadas X-125-2
- Mas não deixes no mar as Ilhas onde - Os Lusíadas X-131-2
- É Japão, onde nace a prata fina, - Os Lusíadas X-131-7
- Olha também Bornéu, onde não faltam - Os Lusíadas X-133-5
- Que, por onde ele só, sem outro, vai, - Os Lusíadas X-134-7
- De Ciniras na Arábia, onde ela mora; - Os Lusíadas X-135-6
- Pola pedra onde está a pègada humana. - Os Lusíadas X-136-4
- Onde sai do cheiro mais perfeito - Os Lusíadas X-137-5
- «Mas cá onde mais se alarga, ali tereis - Os Lusíadas X-140-1
- Pera outro mar e terra que fica onde - Os Lusíadas X-141-7
- O como, o quando, e onde as cousas cabem. - Os Lusíadas X-149-8
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