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- Que divino tornara um corpo humano; - Os Lusíadas I-22-6
- Onde, vestindo a forma e gesto humano, - Os Lusíadas I-77-3
- Onde pode acolher-se um fraco humano, - Os Lusíadas I-106-5
- Com rosto humano e hábito fingido, - Os Lusíadas II-10-6
- Mas pois saber humano nem prudência - Os Lusíadas II-31-5
- Se a vira o caçador que o vulto humano - Os Lusíadas II-35-5
- Amostrarão esforço mais que humano, - Os Lusíadas II-55-2
- Da pouca gente o fraco peito humano, - Os Lusíadas II-69-6
- Que és de peito sincero, humano e raro. - Os Lusíadas II-82-8
- (Já que o juízo humano tanto erra), - Os Lusíadas III-9-6
- Em batalha cruel, o peito humano, - Os Lusíadas III-34-5
- Tuas aras banhar em sangue humano. - Os Lusíadas III-119-8
- «Ó tu, que tens de humano o gesto e o peito - Os Lusíadas III-127-1
- (Se de humano é matar ũa donzela, - Os Lusíadas III-127-2
- Mas inda doutro estado mais que humano, - Os Lusíadas IV-98-5
- O fogo que ajuntou ao peito humano, - Os Lusíadas IV-103-2
- A nenhum grande humano concedidos - Os Lusíadas V-42-3
- Danoso e mau ao fraco corpo humano; - Os Lusíadas V-71-2
- E o Deus que foi num tempo corpo humano - Os Lusíadas VI-24-1
- O baxo trato humano embaraçado. - Os Lusíadas VI-99-4
- Enquanto houver no mundo trato humano: - Os Lusíadas VII-77-6
- Feita de Deus, que não de humano braço. - Os Lusíadas VIII-24-4
- Da Lei que eu dei ao néscio povo humano. - Os Lusíadas VIII-49-8
- Mais descobrimos do que humano esprito - Os Lusíadas IX-69-5
- Fazendo nela Rei leal e humano, - Os Lusíadas X-26-7
- Árduo, difícil, duro a humano trato. - Os Lusíadas X-76-8
- Que a tanto o engenho humano não se estende. - Os Lusíadas X-80-8
- Servimos; e, se mais o trato humano - Os Lusíadas X-82-6
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