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- No pensamento cuida um falso engano, - Os Lusíadas I-73-5
- Lhe será tanto engano fabricado - Os Lusíadas I-76-3
- E, por milhor tecer o astuto engano, - Os Lusíadas I-77-5
- E trazem já de longe engano urdido - Os Lusíadas I-79-5
- Seja astuto no engano, e tão prudente - Os Lusíadas I-81-6
- E busca mais, pera o cuidado engano, - Os Lusíadas I-83-1
- Como se fosse o engano já sabido; - Os Lusíadas I-84-6
- Sòmente estriba no segundo engano. - Os Lusíadas I-93-8
- Aqui o engano e morte lhe imagina, - Os Lusíadas I-99-5
- Segundo foi o engano descoberto. - Os Lusíadas I-105-4
- Na terra tanta guerra, tanto engano, - Os Lusíadas I-106-3
- O mortífero engano, assi dizia: - Os Lusíadas II-2-2
- Onde com este engano Baco estava, - Os Lusíadas II-12-2
- Crendo que seu engano estava noto, - Os Lusíadas II-28-3
- Ó descoberto engano inopinado, - Os Lusíadas II-30-3
- O mortífero engano, obediente - Os Lusíadas II-48-6
- Por cujo engano foi Dardânia acesa; - Os Lusíadas III-57-4
- Naquele engano da alma, ledo e cego, - Os Lusíadas III-120-3
- Em mortes, em desonras (grande engano!). - Os Lusíadas IV-103-4
- «Aqui espero tomar, se não me engano, - Os Lusíadas V-44-1
- Eu, que cair não pude neste engano - Os Lusíadas V-54-5
- Que te custava ter-me neste engano, - Os Lusíadas V-57-3
- Que sequer da esperança fosse engano. - Os Lusíadas V-71-4
- Inda vinha chorando o feio engano - Os Lusíadas VI-24-5
- – «Terra é de Calecu, se não me engano. - Os Lusíadas VI-92-8
- O perjúrio que fez e vil engano; - Os Lusíadas VIII-34-2
- Co Capitão, e não co Mauro engano. - Os Lusíadas VIII-77-4
- Engano diabólico e estupendo, - Os Lusíadas VIII-83-4
- Fingidos de mortal e cego engano. - Os Lusíadas X-82-4
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