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- E quando dece o deixa derradeiro; - Os Lusíadas I-8-4
- Quando subindo ireis ao eterno templo; - Os Lusíadas I-9-4
- Quando os Deuses no Olimpo luminoso, - Os Lusíadas I-20-1
- Quando Júpiter alto, assi dizendo, - Os Lusíadas I-23-7
- Quando com Viriato, na inimiga - Os Lusíadas I-26-3
- A grande nome, quando alevantaram - Os Lusíadas I-26-6
- Quando os Deuses, por ordem respondendo, - Os Lusíadas I-30-2
- E na língua, na qual quando imagina, - Os Lusíadas I-33-7
- Quando o mar, descobrindo, lhe mostrava - Os Lusíadas I-43-7
- Não eram ancorados, quando a gente - Os Lusíadas I-49-1
- Quando cos inimigos pelejavam. - Os Lusíadas I-63-8
- Quando Gama cos seus determinava - Os Lusíadas I-84-3
- Quando as infidas gentes se chegaram - Os Lusíadas II-1-7
- Se viu ferver Leucate, quando Augusto - Os Lusíadas II-53-2
- Quando Mercúrio em sonhos lhe aparece, - Os Lusíadas II-61-1
- E noutra começava, quando viram - Os Lusíadas II-68-2
- Era no tempo alegre, quando entrava - Os Lusíadas II-72-1
- Quando um e o outro corno lhe aquentava, - Os Lusíadas II-72-3
- Quando chegava a frota àquela parte - Os Lusíadas II-73-1
- Quando o Rei Melindano se embarcava, - Os Lusíadas II-92-7
- Quando nela ganharam a coroa - Os Lusíadas II-103-3
- Quando, despois de um pouco estar cuidando, - Os Lusíadas III-3-3
- Antiguidades contam, quando arderam, - Os Lusíadas III-16-7
- «Quando, chegado ao fim de sua idade, - Os Lusíadas III-28-1
- «Não passa muito tempo, quando o forte - Os Lusíadas III-35-1
- Quando na Cruz o Filho de Maria, - Os Lusíadas III-45-3
- «Bem como quando a flama, que ateada - Os Lusíadas III-49-1
- Quando a cidade, entrada, se rendera - Os Lusíadas III-59-3
- Quando quem tudo enfim vencendo andava, - Os Lusíadas III-83-3
- Quando o Bétis de sangue se tingia - Os Lusíadas III-85-4
- E mais quando os que Beja em vão cercaram - Os Lusíadas III-85-7
- Quando Guido, co a gente em sede acesa, - Os Lusíadas III-87-5
- Quando tomou Lisboa, da mesma arte - Os Lusíadas III-88-6
- Por Rei, quando da vida se apartou - Os Lusíadas III-94-3
- Mas porém, quando as gentes Mauritanas, - Os Lusíadas III-99-5
- Falando está que a triste Vénus, quando - Os Lusíadas III-106-2
- Quando do ferro as vidas escapavam. - Os Lusíadas III-113-8
- Quando o poder do Mauro, grande e horrendo, - Os Lusíadas III-115-5
- Quando as águas co sangue do adversário - Os Lusíadas III-116-3
- Quando tantos matou da ilustre Roma, - Os Lusíadas III-116-7
- Quando a santa Cidade desfizeste - Os Lusíadas III-117-3
- Quando dos teus fermosos se apartavam; - Os Lusíadas III-121-4
- Quando um gesto suave te sujeita. - Os Lusíadas III-122-4
- Quando os filhos por mão de Atreu comia! - Os Lusíadas III-133-4
- Quando em Ônfale andava transformado. - Os Lusíadas III-141-4
- Quando em Évora a voz de ũa minina, - Os Lusíadas IV-3-3
- Sila, quando o contrário lhe fugiu. - Os Lusíadas IV-6-4
- Quando tantas bandeiras, tantas gentes - Os Lusíadas IV-16-5
- Quando a paz, desejada já da gente, - Os Lusíadas IV-47-3
- Quando daqueles que César mataram - Os Lusíadas IV-59-7
- A repouso convidam quando caem, - Os Lusíadas IV-67-8
- Que, quando ao medo infame não se rende, - Os Lusíadas IV-78-7
- Vociferando estava, quando abrimos - Os Lusíadas V-1-2
- Quando no mar a armada se estendia. - Os Lusíadas V-2-8
- Aqui se estreita, aqui se alarga, quando - Os Lusíadas V-20-3
- Quando da etérea gávea, um marinheiro, - Os Lusíadas V-24-5
- Mas, quando eu pera cá vi tantos vir - Os Lusíadas V-35-6
- Quando ũa noute, estando descuidados - Os Lusíadas V-37-5
- «Não acabava, quando ũa figura - Os Lusíadas V-39-1
- Dizendo nossos Fados, quando, alçado, - Os Lusíadas V-49-2
- Quando a terra alta se nos foi mostrando - Os Lusíadas V-61-3
- Quando, indo o coração que espera e teme - Os Lusíadas V-74-5
- Quando deu fim à longa narração - Os Lusíadas V-90-3
- Dos próprios feitos, quando são soados! - Os Lusíadas V-92-2
- Quando a deixava António por Glafira). - Os Lusíadas V-95-8
- Quando às iras do vento o mar responde, - Os Lusíadas VI-8-4
- Neptuno, quando as gentes, ignorantes, - Os Lusíadas VI-13-6
- Que no mundo ganhei, quando venci - Os Lusíadas VI-32-6
- Era no tempo quando a luz do dia - Os Lusíadas VI-38-5
- Namorados afeitos, quando nela - Os Lusíadas VI-47-6
- Lhe diz: – «Quando o direito pretendia - Os Lusíadas VI-48-3
- «E quando caso for que eu, impedido - Os Lusíadas VI-55-1
- Dos onze contra os doze; quando a gente - Os Lusíadas VI-61-7
- Quando dá a grande e súbita procela. - Os Lusíadas VI-71-2
- Quando da celsa gávea os marinheiros - Os Lusíadas VI-92-3
- Que, quando algum se toca porventura, - Os Lusíadas VII-38-7
- Da vinda desta gente estranha, quando - Os Lusíadas VII-42-3
- Quando o tempo futuro especularam. - Os Lusíadas VII-55-8
- Cos giolhos no chão, de quando em quando - Os Lusíadas VII-58-2
- Quando a passar por baxo foi forçado - Os Lusíadas VIII-15-3
- Quando o Gentio e a gente generosa - Os Lusíadas VIII-44-5
- Porque, quando o Sol sai, fàcilmente - Os Lusíadas VIII-50-3
- E, quando um bom em tudo é justo e santo, - Os Lusíadas VIII-55-5
- Do Gama preso, quando lhe lembrara - Os Lusíadas VIII-88-2
- E parte do outro dia, quando ordena - Os Lusíadas VIII-91-2
- Que foram presos os feitores, quando - Os Lusíadas IX-9-3
- Quando, com maior grita, ao Rei relatam - Os Lusíadas IX-11-3
- Quando os presos feitores lhe tornou; - Os Lusíadas IX-14-3
- Isto acontece às vezes, quando as setas - Os Lusíadas IX-33-7
- O que ela fez mil vezes, quando amava; - Os Lusíadas IX-50-6
- Quando, juntas, com súbita alegria, - Os Lusíadas IX-51-5
- Oh, não na creias, porque eu, quando a cria, - Os Lusíadas IX-77-7
- Quando as fermosas Ninfas, cos amantes - Os Lusíadas X-2-1
- O peso sentirão, quando entraria, - Os Lusíadas X-12-5
- Quando mais n' água os troncos que gemerem - Os Lusíadas X-12-7
- «Isto fazem os Reis quando embebidos - Os Lusíadas X-24-1
- Quando, sem sombra vã de medo ou pejo, - Os Lusíadas X-42-3
- Bandeira, quando, excelsa e gloriosa, - Os Lusíadas X-51-6
- Quando um teu ramo, ó Gama, se exprimenta - Os Lusíadas X-62-6
- Álvaro, quando o Inverno o mundo espanta - Os Lusíadas X-70-5
- Quando as galés do Turco e fera armada - Os Lusíadas X-101-7
- Quando, com muito poucos Portugueses, - Os Lusíadas X-104-3
- Quando a Fé, que no mundo se pubrica, - Os Lusíadas X-109-6
- Das fomes, dos perigos grandes, quando - Os Lusíadas X-128-5
- O como, o quando, e onde as cousas cabem. - Os Lusíadas X-149-8
- Quando das artes bélicas, diante - Os Lusíadas X-153-3
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