Discussão:cor de burro quando foge

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Senhores, a expressão correta é corro (verbo correr) de burro fugido [ou quando foge (pt-pt)]. Pois quando o animal foge torna-se perigoso e sem controle. Nada tem que ver com a cor do animal. Corro de burro fugido porque tenho medo da reação do animal.

Gente, não pude remover o comentário do anônimo. Realmente esse verbete está estranhíssimo. "Marrom"?? Alguém confirma isso? A expressão "cor de burro quando foge" é usada com sentido nenhum, exatamente para demonstrar a falta de sentido de alguma coisa. Jesiel通信 15h12min de 27 de fevereiro de 2010 (UTC)
Pessoal, conheço essa expressão através da variante cor de burro fugido, que é: cor indefinida, muito difícil de ser distinguida. Fraseologia: Ela é uma garota com olhos de cor de burro fugido. Mas o sentido, ao que saiba, refere-se apenas a uma cor, e não a qualquer coisa. Logo, o sentido "marrom", na minha opinião, não procede. Waltter Manoel da Silva 17h01min de 27 de fevereiro de 2010 (UTC)
A expressão "cor de burro quando foge" é uma corruptela de "corro de burro quando foge", que designa o comportamento agressivo do animal que pode dar um coice em alguém próximo. Hoje em dia, a expressão "cor de burro quando foge" é utilizada para se designar uma cor em que não se sabe definir precisamente qual é. Também é comum se referir a coloração pardacenta característica da pelagem dos burros.
Talvez por isso que alguém neste tópico disse significar marrom.
Usuário: Márcio Soares Pinheiro 00h07min de 02 de abril de 2010 (UTC)
Conheço a expressão com o histórico e sentido que lhe atribui Márcio Soares Pinheiro.--antoniolac 01h18min de 3 de julho de 2010 (UTC)
Adiciono: antiga expressão coloquial “corro de burro quando foge”. Registrada pelo gramático Antônio de Castro Lopes (1827 - 1901)
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Parece existir uma grande tendencia para corrigir a expressão, mas já em 1844, Joaquim Manuel de Macedo utilizou esta expressão no livro A Moreninha:

"mas por minha vida que a carraspana de hoje ainda me concede apreciar devidamente aqui o meu amigo Fabrício, que talvez acaba de chegar de alguma visita diplomática, vestido com esmero e alinho, porém tendo a cabeça encapuçada com a vermelha e velha carapuça do Leopoldo; este, ali escondido dentro de seu robe de chambre cor de burro quando foge, e sentado em uma cadeira tão desconjuntada que, para não cair com ela, põe em ação todas as leis de equilíbrio, que estudou em Pouillet"

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Finalmente alguém escreve algo que tem a ver nesta discussão! "Corro de burro quando foge" é dose para dinossauro!!
--Valdir Jorge  fala!
20h29min de 24 de janeiro de 2013 (UTC)