Predefinição Discussão:Grafia pseudoetimológica
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Último comentário: 4 de agosto de 2025 de 2804:7F4:5191:6CB7:321D:11C:4635:A6A0 no tópico Por que o texto é igual?
Por que o texto é igual?
[editar]No que esta predefinição difere da sua de origem, {{Anterior à Reforma Ortográfica de 1911}}, além de “grafia usada” ser um link? O texto não deveria refletir o fato da grafia ser pseudoetimológica? Fênix (qualquer pronome) (Discussão) 16h21min de 3 de agosto de 2025 (UTC)
- A ortografia da língua portuguesa usada até 1911, em Portugal, ou 1943, no Brasil, seguia o princípio etimológico: os vocábulos deveriam refletir, na grafia, as suas raízes etimológicas. E, de fato, na maioria dos casos, refletiam. No entanto, alguns enganos foram cometidos e grafias, que se pretendiam etimológicas, não o eram. Eram, ainda assim, grafias correntes, consideradas ortográficas. Portanto, a diferença desta predefinição, para a sua de origem, é que
- oferece um ligame para um apêndice contendo uma listagem dos enganos do antigo sistema ortográfico;
- e categoriza as entradas na Categoria:Grafia pseudoetimológica que é subcategoria das categorias Anterior à Reforma Ortográfica de 1911 e Anterior à Reforma Ortográfica de 1943. É uma solução que encontrei para deixar realçado os enganos mencionados e, ainda assim, apresentar as grafias como concernentes ao antigo sistema ortográfico. Penso que deixar assim é conveniente por uma questão de uniformidade. 2804:7F4:5191:6CB7:A8D4:4F09:636:EEDC 16h47min de 3 de agosto de 2025 (UTC)
- Essa parte, do sentido da predefinição, eu tinha entendido. O que eu não entendi é por que o texto é absolutamente idêntico, mesmo significando coisas diferentes. Fênix (qualquer pronome) (Discussão) 15h36min de 4 de agosto de 2025 (UTC)
- Há uma nuance aqui. É como eu disse: o sistema ortográfico usado até 1911, em Portugal, ou 1943, no Brasil, propunha, por princípio, escrever as palavras de modo que refletissem a sua origem etimológica. Para fazê-lo corretamente, isto é, grafar as palavras segundo o princípio proposto, era necessário que se conhecesse a origem etimológica de cada palavra. Algumas grafias, no entanto, ainda que fossem de uso corrente e tidas por ortográficas, violavam o princípio etimológico propugnado pelo sistema. Por exemplo, "a palavra tesoura, por exemplo, aparecia como thesoura, por sugestão de thesaurus > tesouro, quando o étimo é tonsoria" (https://www.redebim.dphdm.mar.mil.br/vinculos/000004/000004c7.pdf) Ainda que grafassem thesoura, quando o correto fosse que grafassem tesoura, a forma thesoura, que viola o princípio da etimologia (é pseudoetimológica), era tida por ortográfica no sistema usado até 1911 (em Portugal)/1943 (no Brasil). Portanto, ainda assim, é uma forma corrente naquele sistema. Se você quiser, pode alterar o texto da predefinição de modo a deixar explícito que a grafia viola o princípio de etimologia, mas penso que deveria manter ser uma grafia do antigo sistema. Não alterei o texto porque os vocábulos marcados com a predefinição
{{Grafia pseudoetimológica}}são casos específicos de vocábulos marcados com a predefinição{{Anterior à Reforma Ortográfica de 1911}}. Ademais, aumentar o texto dessas predefinições que são bloco de texto, e vão no topo dos verbetes, vai tornando o dicionário poluído, carregado (na minha humilde opinião). Seria melhor que essas predefinições fossem mais racionais (como a predefinição{{grafiaPtbr}}). O principal da predefinição{{Grafia pseudoetimológica}}é categorizar a palavra em Categoria:Grafia pseudoetimológica para que se categorize de maneira mais específica, mais precisa, esses vocábulos. Sendo Categoria:Grafia pseudoetimológica subcategoria de Categoria:Anterior à Reforma Ortográfica de 1911, mantém-se a coerência: discrimina-se, entre os vocábulos do antigo sistema, os que, hoje, sabemos não atender a proposta etimológica. Talvez seria bom que o texto grafia usada até 1911, em Portugal, ou 1943, no Brasil remessetesse a um apêndice, a ser criado, em que se esclarece, em linhas gerais, (i) o sistema ortográfico antigo, na sua proposta original; (ii) os casos desviantes (grafias pseudoetimológicas); (iii) instruções/sugestões aos usuários do Wikcionário sobre o registro dessas grafias aqui no projeto; etc. Posso fazer isso, se você quiser: mas será a partir do dia 15 (porque vou viajar amanhã e volto apenas no dia 14). 2804:7F4:5191:6CB7:321D:11C:4635:A6A0 16h33min de 4 de agosto de 2025 (UTC)
- Há uma nuance aqui. É como eu disse: o sistema ortográfico usado até 1911, em Portugal, ou 1943, no Brasil, propunha, por princípio, escrever as palavras de modo que refletissem a sua origem etimológica. Para fazê-lo corretamente, isto é, grafar as palavras segundo o princípio proposto, era necessário que se conhecesse a origem etimológica de cada palavra. Algumas grafias, no entanto, ainda que fossem de uso corrente e tidas por ortográficas, violavam o princípio etimológico propugnado pelo sistema. Por exemplo, "a palavra tesoura, por exemplo, aparecia como thesoura, por sugestão de thesaurus > tesouro, quando o étimo é tonsoria" (https://www.redebim.dphdm.mar.mil.br/vinculos/000004/000004c7.pdf) Ainda que grafassem thesoura, quando o correto fosse que grafassem tesoura, a forma thesoura, que viola o princípio da etimologia (é pseudoetimológica), era tida por ortográfica no sistema usado até 1911 (em Portugal)/1943 (no Brasil). Portanto, ainda assim, é uma forma corrente naquele sistema. Se você quiser, pode alterar o texto da predefinição de modo a deixar explícito que a grafia viola o princípio de etimologia, mas penso que deveria manter ser uma grafia do antigo sistema. Não alterei o texto porque os vocábulos marcados com a predefinição