-
- Se vão da lei da Morte libertando, - Os Lusíadas I-2-6
- Que excedem Rodamonte e o vão Rugeiro - Os Lusíadas I-11-7
- Cobertos, onde as proas vão cortando - Os Lusíadas I-19-6
- Rompendo os ramos vão da mata escura - Os Lusíadas I-35-3
- Anafis sonorosos vão tocando. - Os Lusíadas I-47-8
- Uns vão nas almadias carregadas, - Os Lusíadas I-92-1
- E vão a seu prazer fazer aguada, - Os Lusíadas I-93-3
- As âncoras tenaces vão levando, - Os Lusíadas II-18-1
- Já na água erguendo vão, com grande pressa, - Os Lusíadas II-20-1
- Que em vão assopra o vento, a vela inchando; - Os Lusíadas II-22-4
- O mestre astuto em vão da popa brada, - Os Lusíadas II-24-5
- As lágrimas que em vão caídas vejo, - Os Lusíadas II-40-2
- Em que vão descansar da longa via - Os Lusíadas II-48-3
- Nos perigos passados vão falando, - Os Lusíadas II-67-5
- A ferro e a fogo as gentes vão matando, - Os Lusíadas II-80-3
- Isto dizendo, os barcos vão remando - Os Lusíadas II-106-1
- Vão as naus ũa e ũa rodeando, - Os Lusíadas II-106-3
- Uns caem meios mortos e outros vão - Os Lusíadas III-50-7
- «Cabeças pelo campo vão saltando, - Os Lusíadas III-52-1
- Nas fontes, vão fugindo ao doce laço - Os Lusíadas III-56-6
- Em vão, dos Sarracenos foi cercado, - Os Lusíadas III-74-4
- «Afonso! Afonso!» os ecos; mas em vão. - Os Lusíadas III-84-8
- E mais quando os que Beja em vão cercaram - Os Lusíadas III-85-7
- Os Eborenses campos vão coalhados; - Os Lusíadas III-107-2
- Vão rinchando os cavalos jaezados; - Os Lusíadas III-107-4
- Matando vão amigos e parentes - Os Lusíadas IV-4-5
- Os que cortando vão co duro arado - Os Lusíadas IV-8-6
- Atai as mãos a vosso vão receio, - Os Lusíadas IV-18-7
- Vão correndo e gritando, a boca aberta: - Os Lusíadas IV-21-7
- «Eis ali seus irmãos contra ele vão - Os Lusíadas IV-32-1
- Tantos dos inimigos a eles vão! - Os Lusíadas IV-34-2
- Que os campos vão correr de Tutuão: - Os Lusíadas IV-34-6
- Vão, e também dos nobres, ao Profundo, - Os Lusíadas IV-41-2
- «Alguns vão maldizendo e blasfemando - Os Lusíadas IV-44-1
- Outros a sede dura vão culpando - Os Lusíadas IV-44-2
- Abrindo as pandas asas vão ao vento, - Os Lusíadas IV-49-3
- Vão a Mênfis, e às terras que se regam - Os Lusíadas IV-62-5
- Dali vão em demanda da água pura - Os Lusíadas IV-64-5
- Gotas, que o corpo todo vão banhando; - Os Lusíadas IV-71-6
- Nosso amor, nosso vão contentamento, - Os Lusíadas IV-91-7
- Fazes no peito vão que muito te ama! - Os Lusíadas IV-95-6
- E não foram ao vento em vão deitadas, - Os Lusíadas V-33-2
- Como se desse em vão nalgum rochedo. - Os Lusíadas V-38-4
- Vedes, o vosso mar cortando vão, - Os Lusíadas VI-30-5
- Os vossos estatutos vão quebrando. - Os Lusíadas VI-30-8
- Se vão todas ao Duque de Alencastro. - Os Lusíadas VI-46-8
- Que dous ou três já fora vão do valo. - Os Lusíadas VI-65-6
- Vão outros dar à bomba, não cessando; - Os Lusíadas VI-72-7
- Mares, o temor vão do peito voa. - Os Lusíadas VI-92-6
- O furor vão dos ventos repugnantes; - Os Lusíadas VII-15-4
- Os outros Portugueses vão ao uso - Os Lusíadas VII-45-3
- Direitos vão, sem outro algum desvio, - Os Lusíadas VII-49-3
- Pera onde estava o Rei do povo vão. - Os Lusíadas VII-49-4
- Afiguradas vão com tal viveza - Os Lusíadas VII-51-5
- «Vês, vão os Reis de Córdova e Sevilha - Os Lusíadas VIII-24-1
- Tão longo, tão fingido e vão proémio; - Os Lusíadas VIII-74-4
- Daqueles que vão presos, onde estava - Os Lusíadas IX-11-6
- Que em vão co Rei gentio trabalhava - Os Lusíadas IX-13-2
- Vão da morte as exéquias celebrando, - Os Lusíadas IX-24-2
- No ar lascivos beijos se vão dando; - Os Lusíadas IX-24-6
- Dos que feridos vão da seta aguda. - Os Lusíadas IX-32-4
- Que estes moços mal destros vão tirando, - Os Lusíadas IX-34-2
- Ela, por que não gaste o tempo em vão, - Os Lusíadas IX-37-1
- Algũas vão, e algũas fazem giros; – - Os Lusíadas IX-47-4
- Será pera sentir que vão morrendo. - Os Lusíadas IX-48-8
- Elas, que vão do doce amor vencidas, - Os Lusíadas IX-50-7
- Cortando vão as naus a larga via - Os Lusíadas IX-51-1
- Fugindo as Ninfas vão por entre os ramos, - Os Lusíadas IX-70-5
- Outros, por outra parte, vão topar - Os Lusíadas IX-72-1
- O que às mãos cobiçosas vão negando; - Os Lusíadas IX-72-8
- Nos vasos, onde em vão trabalha a lima, - Os Lusíadas X-4-5
- Que pelos altos paços vão soando, - Os Lusíadas X-6-2
- Num globo vão, diáfano, rotundo, - Os Lusíadas X-7-4
- Me tornes do que escrevo, e em vão pretendo - Os Lusíadas X-8-7
- Vão os anos decendo, e já do Estio - Os Lusíadas X-9-1
- Os desgostos me vão levando ao rio - Os Lusíadas X-9-5
- Em vão aos Deuses vãos, surdos e imotos. - Os Lusíadas X-15-8
- Que até' li vão lhe fora cometê-las. - Os Lusíadas X-18-8
- Vão todos os que dentro tem no seio; - Os Lusíadas X-86-2
- Que as Estrelas fulgentes vão fazendo: - Os Lusíadas X-88-2
- Olhai que ledos vão, por várias vias, - Os Lusíadas X-147-1
- Vos vão servir, com passo diligente, - Os Lusíadas X-151-6
|