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- 85 ocorrências n'Os Lusíadas
- Novo Reino, que tanto sublimaram; - Os Lusíadas I-1-8
- Que fez ao Rei e ao Reino tal serviço, - Os Lusíadas I-12-2
- E aquele que a seu Reino a segurança - Os Lusíadas I-13-5
- Tomai as rédeas vós do Reino vosso: - Os Lusíadas I-15-3
- Tens de Neptuno o reino e salsa via, - Os Lusíadas II-2-4
- Vereis de Ormuz o Reino poderoso - Os Lusíadas II-49-3
- Onde o Reino Melinde já se via, - Os Lusíadas II-73-2
- De nobres de seu Reino e de senhores. - Os Lusíadas II-94-4
- Do Reino onde as Hespéridas viveram; - Os Lusíadas II-103-4
- E o princípio do Reino tão potente, - Os Lusíadas II-109-6
- O Reino de Plutão, horrendo e escuro. - Os Lusíadas II-112-4
- «Em torno o cerca o Reino Neptunino, - Os Lusíadas III-15-1
- De Europa toda, o Reino Lusitano, - Os Lusíadas III-20-2
- Criando-a Reino ilustre; e foi destarte: - Os Lusíadas III-22-8
- Do belicoso Reino Lusitano. - Os Lusíadas III-26-8
- Gentes de todo o Reino, cuja usança - Os Lusíadas III-68-4
- Todo o Reino que foi do nobre Juba. - Os Lusíadas III-77-8
- Que sempre no seu reino chamarão - Os Lusíadas III-84-7
- De governar o Reino, que outro pede, - Os Lusíadas III-91-5
- Mas o Reino, de altivo e costumado - Os Lusíadas III-93-3
- «Por esta causa, o Reino governou - Os Lusíadas III-94-1
- Despois de ter o Reino segurado, - Os Lusíadas III-94-6
- Co este o Reino próspero florece - Os Lusíadas III-96-5
- E quási o Reino todo reformou - Os Lusíadas III-98-3
- Daquele a cujo Reino foi mandada. - Os Lusíadas III-101-8
- Ver-me-ás dele e do Reino ser privada; - Os Lusíadas III-104-6
- Sem marido, sem Reino e sem ventura. - Os Lusíadas III-104-8
- Se faz temer ao Reino de Granada. - Os Lusíadas III-112-8
- Mandar ao Reino escuro de Cocito, - Os Lusíadas III-117-2
- Que, em tomando do Reino a governança, - Os Lusíadas III-136-3
- Que todo o Reino pôs em muito aperto; - Os Lusíadas III-138-4
- De destruir-se o Reino totalmente; - Os Lusíadas III-138-7
- Assi no Reino forte aconteceu - Os Lusíadas IV-1-7
- «Alteradas então do Reino as gentes - Os Lusíadas IV-4-1
- Co Castelhano está que o Reino pede, - Os Lusíadas IV-7-2
- «Também vêm lá do Reino de Toledo, - Os Lusíadas IV-10-1
- Cos poucos do seu Reino se aparelha; - Os Lusíadas IV-12-4
- O próprio Reino queira ver sujeito? - Os Lusíadas IV-15-8
- Se lá no reino escuro de Sumano - Os Lusíadas IV-33-5
- Pois inda neste Reino e neste Rei - Os Lusíadas IV-51-7
- «Mas Afonso, do Reino único herdeiro, - Os Lusíadas IV-54-1
- Sobre o potente Reino de Castela. - Os Lusíadas IV-57-4
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- O Príncipe que o Reino então governa - Os Lusíadas IV-60-3
- No Reino e nos altivos pensamentos, - Os Lusíadas IV-66-6
- Logo como tomou do Reino cargo, - Os Lusíadas IV-66-7
- Não somente do Reino soberano - Os Lusíadas IV-98-3
- Por quem se despovoe o Reino antigo, - Os Lusíadas IV-101-3
- «Ali o mui grande reino está de Congo, - Os Lusíadas V-13-1
- Nos pudessem mandar ao reino escuro, - Os Lusíadas V-36-7
- Que dar a tais barões seu reino e estado; - Os Lusíadas VI-4-4
- A pôr a vida e reino totalmente - Os Lusíadas VI-4-7
- Entra no húmido reino e vai-se à corte - Os Lusíadas VI-7-7
- Entre no reino d' água o Rei do vinho. - Os Lusíadas VI-14-8
- Injúria algũa em vosso reino grande, - Os Lusíadas VI-28-2
- Vedes, o vosso reino devassando, - Os Lusíadas VI-30-7
- No vosso reino este caminho abriram, - Os Lusíadas VI-31-2
- «No tempo que do Reino a rédea leve, - Os Lusíadas VI-43-1
- No reino os inimigos, não se atrevem - Os Lusíadas VI-46-2
- Do Reino lá das terras Iberinas, - Os Lusíadas VI-48-4
- O Reino de Cambaia belicoso - Os Lusíadas VII-21-1
- O Reino de Narsinga, poderoso - Os Lusíadas VII-21-3
- O Reino Lusitano conhecido, - Os Lusíadas VII-24-6
- Rei que este Reino teve unido e inteiro. - Os Lusíadas VII-32-8
- Antes que parta, o Reino poderoso - Os Lusíadas VII-34-5
- Na praia um regedor do Reino estava - Os Lusíadas VII-44-1
- Tudo tem no seu Reino em grande cópia. - Os Lusíadas VII-61-8
- Que por guerra a teu Reino se ofereça, - Os Lusíadas VII-63-4
- O nosso Reino «Lusitânia» chama. - Os Lusíadas VIII-2-8
- Pera quem de seu Reino abaxa os muros, - Os Lusíadas VIII-11-7
- Em meu Reino sereis agasalhados, - Os Lusíadas VIII-63-3
- Onde a Natura pôs teu Reino antigo; - Os Lusíadas VIII-68-4
- Que eu torne à minha pátria e Reino amigo, - Os Lusíadas VIII-68-6
- O Soldão que esse Reino possuía. - Os Lusíadas IX-3-4
- No Reino de cristal, líquido e manso; - Os Lusíadas IX-19-8
- Que muitas tem no reino que confina - Os Lusíadas IX-21-5
- «Quero que haja no reino Neptunino, - Os Lusíadas IX-42-1
- (Quais, no profundo Reino, os nus espritos - Os Lusíadas X-5-6
- Em sonhos, e despois no Reino fundo, - Os Lusíadas X-7-6
- É ele pera dar-te um Reino rico. - Os Lusíadas X-25-4
- Obrigação de dar o reino inico - Os Lusíadas X-41-7
- «No reino de Bintão, que tantos danos - Os Lusíadas X-57-1
- No reino da seca Ádem, que confina - Os Lusíadas X-99-6
- Começa o reino Ormuz, que todo se anda - Os Lusíadas X-101-5
- Um reino Mahometa, outro Gentio, - Os Lusíadas X-108-3
- «Olha o reino Arracão; olha o assento - Os Lusíadas X-122-1
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