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- Que eu canto o peito ilustre Lusitano, - Os Lusíadas I-3-5
- Que o peito acende e a cor ao gesto muda; - Os Lusíadas I-5-4
- De peito venenoso e tão danado - Os Lusíadas I-70-6
- Peito revolverei da Maura gente; - Os Lusíadas I-76-6
- Que toda a má tenção no peito encerra, - Os Lusíadas I-94-6
- Desta sorte do peito lhe desterra - Os Lusíadas II-6-5
- Que a faz imaginar no peito alheio. - Os Lusíadas II-9-8
- Cloto co peito corta e atravessa - Os Lusíadas II-20-3
- Põem no madeiro duro o brando peito, - Os Lusíadas II-22-5
- Que, pera as cousas que eu do peito amasse, - Os Lusíadas II-39-2
- Que moveram de um tigre o peito duro, - Os Lusíadas II-42-2
- Por lhe pôr em sossego o peito irado, - Os Lusíadas II-43-5
- Do peito Lusitano, fero e horrendo; - Os Lusíadas II-50-6
- Tanto um peito soberbo e insolente - Os Lusíadas II-52-6
- Que nunca se verá tão forte peito, - Os Lusíadas II-55-3
- Da pouca gente o fraco peito humano, - Os Lusíadas II-69-6
- Condição liberal, sincero peito, - Os Lusíadas II-71-2
- Que má tenção, que peito em nós se sente, - Os Lusíadas II-81-5
- Que és de peito sincero, humano e raro. - Os Lusíadas II-82-8
- Ou suspeitasse em ti peito fingido; - Os Lusíadas II-83-4
- E o Rei ilustre, o peito obediente - Os Lusíadas II-85-5
- – «Toda a suspeita má tirai do peito, - Os Lusíadas II-86-3
- Que os Melindanos têm tão rudo peito - Os Lusíadas II-111-7
- Neste peito mortal, que tanto te ama. - Os Lusíadas III-1-4
- Estão os Traces de robusto peito, - Os Lusíadas III-12-3
- Fazendo o que a seu forte peito deve, - Os Lusíadas III-26-4
- Fervendo-lhe no peito o duro Marte, - Os Lusíadas III-30-5
- Em batalha cruel, o peito humano, - Os Lusíadas III-34-5
- De Egas Moniz; mas não consente o peito - Os Lusíadas III-36-7
- Príncipe, que do peito tanto amavam; - Os Lusíadas III-46-4
- Não cabe o altivo peito, tão pequeno. - Os Lusíadas III-94-8
- Co peito desprezou firme e sereno, - Os Lusíadas III-99-2
- Não há peito tão alto e tão potente - Os Lusíadas III-109-5
- Sem lhe valer defesa ou peito de aço. - Os Lusíadas III-114-4
- O nome que no peito escrito tinhas. - Os Lusíadas III-120-8
- «Ó tu, que tens de humano o gesto e o peito - Os Lusíadas III-127-1
- «Joane, a quem do peito o esforço crece, - Os Lusíadas IV-12-1
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- Encobrem no profundo peito a dor - Os Lusíadas IV-43-5
- Do peito cobiçoso e sitibundo, - Os Lusíadas IV-44-4
- «Não sofre o peito forte, usado à guerra, - Os Lusíadas IV-48-1
- Se pusesse o que o peito me pedia, - Os Lusíadas IV-77-2
- Tais palavras tirou do experto peito: - Os Lusíadas IV-94-8
- Fazes no peito vão que muito te ama! - Os Lusíadas IV-95-6
- O fogo que ajuntou ao peito humano, - Os Lusíadas IV-103-2
- O peito de desejos e esperanças. - Os Lusíadas V-54-8
- Ninguém a grandes obras sempre o peito: - Os Lusíadas V-100-6
- Começa a descobrir do peito oculto - Os Lusíadas VI-26-3
- A filha viu, que tanto o peito doma - Os Lusíadas VI-47-7
- O coração no peito que estremece - Os Lusíadas VI-64-3
- A Bóreas, que do peito mais queria, - Os Lusíadas VI-88-7
- Que o coração no peito lhe não cabe; - Os Lusíadas VI-90-6
- Mares, o temor vão do peito voa. - Os Lusíadas VI-92-6
- Destarte o peito um calo honroso cria, - Os Lusíadas VI-98-5
- Vos gloriai de peito forte e astuto, - Os Lusíadas VII-13-6
- Lançando a grave voz do sábio peito, - Os Lusíadas VII-59-5
- Nem quem sempre, com pouco experto peito, - Os Lusíadas VII-86-5
- Giraldo Sem Pavor é o forte peito. - Os Lusíadas VIII-21-8
- Este temor lhe esfria o baixo peito. - Os Lusíadas VIII-59-1
- Tais palavras do sábio peito abria: - Os Lusíadas VIII-64-8
- Que em suor vive sempre de seu peito, - Os Lusíadas VIII-66-4
- O coração sublime, o régio peito, - Os Lusíadas VIII-69-3
- No peito as ousadias, descobriram, - Os Lusíadas VIII-72-2
- «Assi, com firme peito e com tamanho - Os Lusíadas VIII-73-1
- O Gama, que o danado peito encerra - Os Lusíadas VIII-92-6
- No peito vil o prémio pode e val, - Os Lusíadas VIII-94-6
- Outros quebram co peito duro a barra, - Os Lusíadas IX-10-8
- Muitas vezes ferido o peito vedes; - Os Lusíadas IX-35-2
- O peito feminil, que levemente - Os Lusíadas IX-46-5
- Se o peito, ou de cioso, ou de modesto, - Os Lusíadas X-47-5
- Se vingam só do peito que as comete; - Os Lusíadas X-55-4
- Dio, que o peito e bélico exercício - Os Lusíadas X-62-3
- Despois irá com peito esforçadíssimo - Os Lusíadas X-64-5
- O principal, que ao peito traz os fios, - Os Lusíadas X-113-5
- Com crua lança o peito lhe atravessa. - Os Lusíadas X-117-8
- Que com tão forte peito navegais. - Os Lusíadas X-138-4
- Se me isto o Céu concede, e o vosso peito - Os Lusíadas X-155-5
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