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- 76 ocorrências n'Os Lusíadas
- Por mares nunca de antes navegados - Os Lusíadas I-1-3
- Dareis matéria a nunca ouvido canto. - Os Lusíadas I-15-4
- Por vias nunca usadas, não temendo - Os Lusíadas I-27-3
- E nunca lhe tirou Fortuna ou caso - Os Lusíadas I-32-2
- Que nunca tirará alheia enveja - Os Lusíadas I-39-7
- Que nunca as queiras ver como inimigo.» - Os Lusíadas I-66-8
- Que nunca falte um pérfido inimigo - Os Lusíadas I-71-7
- Que nunca veja as partes do Oriente. - Os Lusíadas I-76-4
- Vá cair onde nunca se alevante. - Os Lusíadas I-83-8
- Que o coração pres[s]ago nunca mente. - Os Lusíadas I-84-8
- No ódio antigo mais que nunca acesa; - Os Lusíadas I-93-6
- Ó caminho de vida nunca certo, - Os Lusíadas I-105-6
- Ali mostram vigor nunca esperado: - Os Lusíadas II-23-6
- Nunca os famintos galgos o mataram, - Os Lusíadas II-35-7
- Ó caso nunca visto e milagroso, - Os Lusíadas II-47-5
- «Nunca com Marte instruto e furioso - Os Lusíadas II-53-1
- Que nunca se verá tão forte peito, - Os Lusíadas II-55-3
- Nunca por Dafne, Clície ou Leucotoe, - Os Lusíadas III-1-7
- Mas nunca poderá, com força ou manha, - Os Lusíadas III-17-5
- À grande força nunca obedeceu - Os Lusíadas III-60-3
- «Nunca com Semirâmis gente tanta - Os Lusíadas III-100-1
- Nunca no mundo viu tão grão vitória. - Os Lusíadas III-115-8
- De teus fermosos olhos nunca enxuto, - Os Lusíadas III-120-6
- «Mas nunca foi que este erro se sentisse - Os Lusíadas IV-14-1
- A terra nunca de outrem sojugada. - Os Lusíadas IV-19-4
- Não as romperam nunca pés humanos. - Os Lusíadas IV-70-8
- Cuja cerviz bem nunca foi domada, - Os Lusíadas IV-73-6
- Nunca juízo algum, alto e profundo, - Os Lusíadas IV-102-5
- Gente que as frescas águas nunca gosta, - Os Lusíadas V-6-3
- Rio pelo antigos nunca visto. - Os Lusíadas V-13-4
- Que não se vira nunca em tal extremo; - Os Lusíadas V-28-2
- Os mares 'nunca d' outrem navegados, - Os Lusíadas V-37-3
- E por trabalhos vãos nunca repousas, - Os Lusíadas V-41-4
- Nunca arados d' estranho ou próprio lenho; - Os Lusíadas V-41-8
- Que nunca a Ptolomeu, Pompónio, Estrabo, - Os Lusíadas V-50-3
- Neste meu nunca visto Promontório, - Os Lusíadas V-50-6
- Mas como nunca, enfim, meus companheiros - Os Lusíadas V-64-5
- Sem sair nunca deste povo rudo, - Os Lusíadas V-69-6
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- Sem vermos nunca nova nem sinal - Os Lusíadas V-69-7
- A mais que eu nunca vi, desampararam - Os Lusíadas V-81-2
- Descobre o fundo nunca descoberto - Os Lusíadas VI-9-1
- Que nunca brando pêntem conheceram. - Os Lusíadas VI-17-4
- Famas, mores que nunca, determinam - Os Lusíadas VI-33-3
- Que os ventos, mais que nunca impetuosos, - Os Lusíadas VI-37-6
- Ou nunca, a opróbrios tais, vendo-se nua - Os Lusíadas VI-45-6
- Nunca tão vivos raios fabricou - Os Lusíadas VI-78-1
- Que nunca pera o céu fossem viradas, - Os Lusíadas VI-79-6
- Que me tiveste nunca amor constante, - Os Lusíadas VI-89-2
- Não cos nunca vencidos apetitos, - Os Lusíadas VI-96-5
- Entre vós nunca deixa a fera Aleto - Os Lusíadas VII-10-5
- Por onde nunca veio gente humana; - Os Lusíadas VII-25-6
- Por mares nunca doutro lenho arados, - Os Lusíadas VII-30-7
- Ali tem, junto ao lado nunca frio, - Os Lusíadas VII-53-5
- Da gente, nunca de antes dele vista. - Os Lusíadas VII-59-4
- Assi que nunca, enfim, com lança estranha - Os Lusíadas VII-71-5
- De novo mais que nunca derribado; - Os Lusíadas VII-80-4
- Trabalhos nunca usados me inventaram, - Os Lusíadas VII-81-7
- Tantas batalhas dá, nunca cansado, - Os Lusíadas VIII-10-6
- Na mão levava (feito nunca feito!): - Os Lusíadas VIII-21-7
- Austrais, que nunca as Sete Flamas viram, - Os Lusíadas VIII-72-6
- No nunca descansado e fero grémio - Os Lusíadas VIII-74-6
- Por que não saiba nunca onde se estende - Os Lusíadas VIII-84-3
- Crer tudo, enfim; que nunca louvarei - Os Lusíadas VIII-89-7
- A viva flama, o nunca morto lume, - Os Lusíadas IX-31-7
- Mais do que nunca os d' outrem celebrara. - Os Lusíadas IX-45-4
- Desejou nunca, e bem se manifesta - Os Lusíadas IX-69-6
- «Oh! Não me fujas! Assi nunca o breve - Os Lusíadas IX-79-1
- Pelo Cunha também, que nunca extinto - Os Lusíadas X-39-5
- Nunca s' ergue ou se abaxa, e um mesmo rosto - Os Lusíadas X-78-6
- Que enquanto Febo, de luz nunca escasso, - Os Lusíadas X-86-7
- Nomes de mil nações, nunca sabidas: - Os Lusíadas X-126-2
- «Olha o muro e edifício nunca crido, - Os Lusíadas X-130-1
- Nunca à terra e só mortas aparecem. - Os Lusíadas X-132-8
- Caminho há-de fazer nunca cuidado. - Os Lusíadas X-138-8
- Com vento sempre manso e nunca irado, - Os Lusíadas X-144-2
- Fazei, Senhor, que nunca os admirados - Os Lusíadas X-152-1
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