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- E entre gente remota edificaram - Os Lusíadas I-1-7
- Gente vossa, que a Marte tanto ajuda; - Os Lusíadas I-5-6
- Se ser do mundo Rei, se de tal gente. - Os Lusíadas I-10-8
- Onde o governo está da humana gente, - Os Lusíadas I-20-2
- Se do grande valor da forte gente - Os Lusíadas I-24-3
- Que co a gente de Rómulo alcançaram, - Os Lusíadas I-26-2
- A gente vem perdida e trabalhada; - Os Lusíadas I-28-6
- Se lá passar a Lusitana gente. - Os Lusíadas I-30-8
- Ũa gente fortíssima de Espanha - Os Lusíadas I-31-2
- Afeiçoada à gente Lusitana - Os Lusíadas I-33-2
- Onde a gente belígera se estende. - Os Lusíadas I-34-4
- Ou porque a gente forte o merecia, - Os Lusíadas I-36-4
- Se esta gente que busca outro Hemisfério, - Os Lusíadas I-38-3
- Da Índia, e onde a gente se reforme.» - Os Lusíadas I-40-8
- Cortava o mar a gente belicosa - Os Lusíadas I-42-3
- A gente se alvoroça e, de alegria, - Os Lusíadas I-45-5
- – «Que gente será esta? » (em si diziam) - Os Lusíadas I-45-7
- A gente da cor era verdadeira - Os Lusíadas I-46-5
- A gente e marinheiros trabalhavam - Os Lusíadas I-48-5
- Não eram ancorados, quando a gente - Os Lusíadas I-49-1
- Do Capitão e gente se apartou - Os Lusíadas I-56-3
- Na gente e na maneira desusada, - Os Lusíadas I-57-6
- Porém da armada a gente vigiava, - Os Lusíadas I-58-7
- Está a gente marítima de Luso - Os Lusíadas I-62-1
- Peito revolverei da Maura gente; - Os Lusíadas I-76-6
- Porque, saindo a gente descuidada, - Os Lusíadas I-80-7
- A gente nos batéis se concertava - Os Lusíadas I-84-5
- Esperam que a guerreira gente saia, - Os Lusíadas I-86-5
- Não sofre muito a gente generosa - Os Lusíadas I-87-5
- Não se contenta a gente Portuguesa, - Os Lusíadas I-90-1
- Os pangaios sutis da bruta gente. - Os Lusíadas I-92-6
- Ficava a Maura gente magoada, - Os Lusíadas I-93-5
- De nada a forte gente se temia. - Os Lusíadas I-97-8
- Que o leve à terra onde esta gente estava. - Os Lusíadas I-98-8
- Gente que segue o torpe Mahamede. - Os Lusíadas I-99-4
- Se perca a gente dela tanto amada, - Os Lusíadas I-100-6
- Que outra Ilha tem perto, cuja gente - Os Lusíadas I-101-7
- Que aqui gente de Cristo não havia, - Os Lusíadas I-101-7
- Do Rei, que já sabia a gente que era; - Os Lusíadas I-104-6
- Que aonde a gente põe sua esperança - Os Lusíadas I-105-7
- Trarás a gente débil e cansada, - Os Lusíadas II-3-6
- Lhe diz que a mais da gente em Cristo cria. - Os Lusíadas II-6-4
- Se fia da infiel e falsa gente. - Os Lusíadas II-6-8
- E que gente de Cristo em terra havia, - Os Lusíadas II-14-7
- A nau da gente pérfida se enchia, - Os Lusíadas II-16-5
- Andava sempre a gente assinalada, - Os Lusíadas II-18-6
- À gente Portuguesa o fim nefando. - Os Lusíadas II-23-8
- Mareiam velas; ferve a gente irada, - Os Lusíadas II-24-3
- O grande estrondo a Maura gente espanta, - Os Lusíadas II-25-3
- As rãs, no tempo antigo Lícia gente, - Os Lusíadas II-27-2
- Entende o que ordenava a bruta gente; - Os Lusíadas II-29-4
- Ó pérfida, inimiga e falsa gente! - Os Lusíadas II-30-4
- Desta mísera gente peregrina, - Os Lusíadas II-32-2
- Da gente a salvas pérfida e malina, - Os Lusíadas II-32-4
- Pelos ilustres feitos que esta gente - Os Lusíadas II-44-7
- Ó gente forte e de altos pensamentos, - Os Lusíadas II-47-7
- Cos triunfos da gente vencedora. - Os Lusíadas II-51-4
- De Cananor, com pouca força e gente; - Os Lusíadas II-52-2
- Destarte vai fazendo a gente, amiga, - Os Lusíadas II-58-5
- De ver da gente forte o gesto e modo. - Os Lusíadas II-58-8
- Pera que à gente mande que se aparte - Os Lusíadas II-59-3
- E só co sono a gente se recreia. - Os Lusíadas II-60-4
- A outra gente a quartos vigiava; - Os Lusíadas II-60-8
- De cavalos a gente que hospedava; - Os Lusíadas II-62-4
- Porque haviam de ser da Maura gente, - Os Lusíadas II-68-5
- Por se salvar a gente à costa dava. - Os Lusíadas II-68-8
- Da pouca gente o fraco peito humano, - Os Lusíadas II-69-6
- Da gente que vem ver a leda armada, - Os Lusíadas II-74-2
- Gente mais verdadeira e mais humana - Os Lusíadas II-74-3
- Quanto a gente fortíssima merece; - Os Lusíadas II-75-4
- «Que geração tão dura há i de gente, - Os Lusíadas II-81-1
- Que de tão pouca gente se arreceia? - Os Lusíadas II-81-6
- Louvavam muito o estâmago da gente - Os Lusíadas II-85-3
- «De não sair em terra toda a gente, - Os Lusíadas II-87-1
- A grita se alevanta ao céu, da gente; - Os Lusíadas II-91-5
- Da gente que a ver só concorre leda; - Os Lusíadas II-93-2
- Carmesi, cor que a gente tanto preza; - Os Lusíadas II-97-8
- Gente que de tão longe à Índia vinha. - Os Lusíadas II-101-8
- A gente Lusitana, sem que a visse; - Os Lusíadas II-102-6
- Com gente de sua Lei tivesse guerra; - Os Lusíadas II-102-8
- Rei benigno, da gente Lusitana, - Os Lusíadas II-104-2
- Que o Céu revolve e rege a gente humana, - Os Lusíadas II-104-6
- Heróstrato, por ser da gente humana - Os Lusíadas II-113-3
- Como merece a gente Lusitana; - Os Lusíadas III-2-1
- De minha gente a grão genealogia; - Os Lusíadas III-3-6
- Gente, Rutenos, Moscos e Livónios, - Os Lusíadas III-11-2
- Braço forte, de gente sublimada - Os Lusíadas III-14-7
- Já foram contra a gente Mahometa; - Os Lusíadas III-19-4
- Contra o, tão raro em gente, Lusitano, - Os Lusíadas III-34-3
- Posto que em força e gente tão pequeno, - Os Lusíadas III-42-8
- «Com tal milagre os ânimos da gente - Os Lusíadas III-46-1
- Dos gritos; tocam a arma, ferve a gente, - Os Lusíadas III-48-6
- Da gente cuja fama tanto voa? - Os Lusíadas III-61-4
- Vêm sustentar de longo a terra e a gente - Os Lusíadas III-63-4
- Em toda a cousa viva a gente irada - Os Lusíadas III-64-7
- Sentindo gente, o bruto e cego amante, - Os Lusíadas III-66-7
- Na gente dá, que passa bem segura; - Os Lusíadas III-67-2
- Com gente e co belígero aparelho. - Os Lusíadas III-75-4
- «E co a famosa gente, à guerra usada, - Os Lusíadas III-81-1
- Mais peleja o favor de Deus que a gente. - Os Lusíadas III-82-8
- De armas fortes e gente apercebida, - Os Lusíadas III-86-7
- Quando Guido, co a gente em sede acesa, - Os Lusíadas III-87-5
- «Nunca com Semirâmis gente tanta - Os Lusíadas III-100-1
- Gótica gente trouxe tanta, quanta - Os Lusíadas III-100-5
- De África toda, gente fera e estranha, - Os Lusíadas III-103-2
- À miseranda gente de Castela. - Os Lusíadas III-105-4
- «Mas já cos esquadrões da gente armada - Os Lusíadas III-107-1
- Da grande multidão da cega gente, - Os Lusíadas III-109-3
- Com pequenas crianças viu a gente - Os Lusíadas III-126-5
- Que um fraco Rei faz fraca a forte gente. - Os Lusíadas III-138-8
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- Os campos Lioneses, cuja gente - Os Lusíadas IV-8-7
- A gente Bizcainha, que carece - Os Lusíadas IV-11-2
- – «Como? Da gente ilustre Portuguesa - Os Lusíadas IV-15-1
- Vencestes esta gente tão guerreira, - Os Lusíadas IV-16-4
- «Destarte a gente força e esforça Nuno, - Os Lusíadas IV-21-1
- Gente do fero Nuno, que os apouca. - Os Lusíadas IV-31-8
- Perde a virtude contra tanta gente. - Os Lusíadas IV-35-8
- A multidão da gente que perece - Os Lusíadas IV-42-3
- Quando a paz, desejada já da gente, - Os Lusíadas IV-47-3
- Nações de muita gente, estranha e fera. - Os Lusíadas IV-69-4
- Vá a gente que mandar cortando os mares - Os Lusíadas IV-76-7
- Já de manceba gente me aparelho, - Os Lusíadas IV-82-5
- Porque a gente marítima e a de Marte - Os Lusíadas IV-84-7
- «A gente da cidade, aquele dia, - Os Lusíadas IV-88-1
- Que ficava nas praias, entre a gente, - Os Lusíadas IV-94-2
- De levar estes Reinos e esta gente? - Os Lusíadas IV-97-2
- Gente que as frescas águas nunca gosta, - Os Lusíadas V-6-3
- Por diversas nações a negra gente; - Os Lusíadas V-10-4
- Não vista de outra gente, que, ignorante, - Os Lusíadas V-14-3
- Que a marítima gente tem por santo, - Os Lusíadas V-18-2
- Salta no bordo alvoroçado a gente, - Os Lusíadas V-24-7
- Parte, por onde a gente se espalhou, - Os Lusíadas V-26-2
- Da gente bestial, bruta e malvada, - Os Lusíadas V-34-4
- «E disse: – «Ó gente ousada, mais que quantas - Os Lusíadas V-41-1
- «A gente que esta terra possuía, - Os Lusíadas V-62-1
- Por nós, da mesma já contada gente, - Os Lusíadas V-68-6
- «Desta gente refresco algum tomámos - Os Lusíadas V-69-1
- Que com gente milhor comunicavam; - Os Lusíadas V-76-2
- Gente, assi como nós, da cor do dia. - Os Lusíadas V-77-8
- Co a gente, e com as novas muito mais. - Os Lusíadas V-78-2
- Da gente louva a antiga fortaleza, - Os Lusíadas V-90-7
- Nenhum deles da gente os olhos tira - Os Lusíadas V-91-3
- Por tão bom Rei, por tão sublime gente. - Os Lusíadas VI-4-8
- À gente Lusitana, delas dina, - Os Lusíadas VI-6-7
- Mais do que fez a gente alta de Roma; - Os Lusíadas VI-30-6
- Todas vejo abatidas desta gente. - Os Lusíadas VI-32-8
- Dos onze contra os doze; quando a gente - Os Lusíadas VI-61-7
- Que a gente bruta mais que virtude ama. - Os Lusíadas VI-63-4
- O céu fere com gritos nisto a gente, - Os Lusíadas VI-72-1
- Quási toda alagada; a gente chama - Os Lusíadas VI-75-3
- Os dous que em gente as pedras converteram. - Os Lusíadas VI-78-8
- Ora sus, gente forte, que na guerra - Os Lusíadas VII-1-5
- Andais de vosso sangue, ó gente insana, - Os Lusíadas VII-14-2
- De terra e gente, são mais abundantes; - Os Lusíadas VII-20-4
- Mais de ouro e pedras que de forte gente. - Os Lusíadas VII-21-4
- Entre a gente que a vê-lo concorria, - Os Lusíadas VII-24-1
- Por onde nunca veio gente humana; - Os Lusíadas VII-25-6
- Que achar gente vizinha em terra estranha. - Os Lusíadas VII-27-8
- Sobem à capitaina, e toda a gente - Os Lusíadas VII-28-7
- Tal a gente se ajunta a ouvir o Mouro. - Os Lusíadas VII-29-8
- Ele começa: – «Ó gente, que a Natura - Os Lusíadas VII-30-1
- «A Lei da gente toda, rica e pobre, - Os Lusíadas VII-37-1
- Dous modos há de gente, porque a nobre - Os Lusíadas VII-37-5
- Não tocava na gente de Samária. - Os Lusíadas VII-39-2
- (Ditosa condição, ditosa gente, - Os Lusíadas VII-41-3
- Da vinda desta gente estranha, quando - Os Lusíadas VII-42-3
- De ver a gente estranha, e bem quisera - Os Lusíadas VII-45-6
- Engrossando-se vai da gente o fio - Os Lusíadas VII-49-5
- Assi vivem os Reis daquela gente, - Os Lusíadas VII-50-7
- Mui grande multidão da Assíria gente, - Os Lusíadas VII-53-2
- Que contra o Céu não val da gente manha; - Os Lusíadas VII-56-4
- Nas armas e na paz, da gente estranha - Os Lusíadas VII-56-6
- Da gente, nunca de antes dele vista. - Os Lusíadas VII-59-4
- Nos dias, sobre a gente de Etiópia, - Os Lusíadas VII-61-7
- (Por quem a gente mais trabalha e sua) - Os Lusíadas VII-62-6
- Com gente, armas e naus, de qualidade - Os Lusíadas VII-63-5
- O Rei e a gente e terra que dissera; - Os Lusíadas VII-64-8
- Do nobre Regedor da Índica gente, - Os Lusíadas VII-66-3
- Saber da gente estranha donde vinha, - Os Lusíadas VII-66-7
- De poder-se informar da gente nova. - Os Lusíadas VII-67-4
- Que é gente de sua pátria mui vizinha; - Os Lusíadas VII-67-8
- Sòmente sei que é gente lá de Espanha, - Os Lusíadas VII-68-7
- Informar-te, que é gente verdadeira, - Os Lusíadas VII-72-3
- O licor que Noé mostrara à gente; - Os Lusíadas VII-75-6
- Que se pague o suor da servil gente; - Os Lusíadas VII-86-4
- Que o grande aperto, em gente inda que honrosa, - Os Lusíadas VIII-7-3
- Que tantos esquadrões, que gente tanta, - Os Lusíadas VIII-10-3
- Tão pequeno poder, tão pouca gente, - Os Lusíadas VIII-12-2
- De Ábila, nas galés da Maura gente. - Os Lusíadas VIII-17-4
- Mas vê que um Português com pouca gente - Os Lusíadas VIII-22-7
- E grande esforço faz enveja à gente. - Os Lusíadas VIII-26-4
- Na gente, assi feroz como infinita, - Os Lusíadas VIII-29-7
- Estoutro Capitão de pouca gente; - Os Lusíadas VIII-33-2
- Quando o Gentio e a gente generosa - Os Lusíadas VIII-44-5
- Sobre esta vinda desta gente estranha, - Os Lusíadas VIII-45-7
- De como a nova gente lhe seria - Os Lusíadas VIII-46-2
- Destruição de gente e de valia. - Os Lusíadas VIII-46-4
- E diz-lhe assi: – «Guardai-vos, gente minha, - Os Lusíadas VIII-48-1
- «Enquanto é fraca a força desta gente, - Os Lusíadas VIII-50-1
- Destruição da gente pretendiam, - Os Lusíadas VIII-52-6
- Gente impedir-se quanto desejasse. - Os Lusíadas VIII-58-4
- Corrutos pela Maumetana gente, - Os Lusíadas VIII-81-2
- Este causa os perjúrios entre a gente - Os Lusíadas VIII-99-3
- Pela maligna gente Sarracena. - Os Lusíadas IX-6-8
- Diz-lhe que vêm de gente carregadas - Os Lusíadas IX-7-5
- Por que lhe torne a sua presa gente. - Os Lusíadas IX-12-4
- Foge da gente e bela forma humana; - Os Lusíadas IX-26-4
- Que espera ter co a mal regida gente - Os Lusíadas IX-29-7
- Os louvores da gente navegante, - Os Lusíadas IX-45-3
- Foram por Baco contra a ilustre gente, - Os Lusíadas IX-46-3
- Verdadeiro valor não dão à gente: - Os Lusíadas IX-93-6
- Que tais ódios terá co a nova gente. - Os Lusíadas X-11-8
- Que verá tanto obrar tão pouca gente. - Os Lusíadas X-13-8
- Chamará o Samorim mais gente nova; - Os Lusíadas X-14-1
- Que ele seja entre a gente ilustre e claro, - Os Lusíadas X-25-7
- Co restante da gente Lusitana, - Os Lusíadas X-71-2
- Não vos hão-de faltar, gente famosa, - Os Lusíadas X-74-7
- Dessa gente sem Lei, quási infinita. - Os Lusíadas X-92-8
- De selvática gente, negra e nua, - Os Lusíadas X-93-2
- O metal por que mais a gente sua. - Os Lusíadas X-93-6
- Tomam, todas da gente vaga e baça, - Os Lusíadas X-100-2
- Por este mar a gente Lusitana, - Os Lusíadas X-107-5
- Como inda agora faz a gente inica. - Os Lusíadas X-109-4
- A gente ficou disto alvoraçada; - Os Lusíadas X-112-5
- Fingiram entre a gente um arruido. - Os Lusíadas X-117-2
- Juntas ambas a gente antiga viu. - Os Lusíadas X-124-4
- A gente dele crê, como indiscreta, - Os Lusíadas X-127-6
- A gente do Sertão, que as terras anda, - Os Lusíadas X-134-5
- Cantar a gente surda e endurecida. - Os Lusíadas X-145-4
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